A importância da informação do profissional de enfermagem sobre o cuidado no uso das plantas medicinais: uma revisão de literatura

Revisão - Botânica

http://dx.doi.org/10.5935/2446-4775.20160037

A importância da informação do profissional de enfermagem sobre o cuidado no uso das plantas medicinais: uma revisão de literatura

Vocational information about the importance of nursing care in the use of medicinal plants: literature review

Autores:
1NUNES, Josefina D.*;
2MACIEL, Michelline V.
Instituições
1Faculdade de Enfermagem e de Medicina Nova Esperança, Campus Mossoró, RN, Brasil.
2Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFERSA), Caicó, RN, Brasil.

Resumo

Desde a antiguidade a humanidade procura na natureza plantas com poder curativo. O emprego das plantas medicinais/fitoterápicos na recuperação da saúde tem evoluído ao longo dos tempos, desde as formas mais simples (chá) até as de fabricação industrial (fitofármacos). O objetivo do trabalho é advertir sobre o uso correto de plantas medicinais/fitoterápicos, para que os profissionais de enfermagem adquiram um maior conhecimento técnico/científico para orientar os pacientes adequadamente. Foram acessados bancos de dados bibliográficos e bases eletrônicas de dados PubMed e SciElo. Foram observadas inúmeras intoxicações, interações, e demais problemas que o uso incorreto e a automedicação das plantas medicinais/fitoterápicos podem acarretar a saúde. Cuidados em como utilizar plantas que você conhece; nunca coletar plantas medicinais próximas a lixos ou fossas; evitar misturar várias espécies de plantas medicinais; observar as dosagens adequadas é fundamental para o uso correto. A falta de conhecimento e o parco incentivo para estudar as Práticas Alternativas e Complementares, entre os profissionais de enfermagem, fazem com que os mesmos fiquem desprovidos de informações fidedignas para esclarecer as dúvidas dos pacientes sobre o uso correto, desestimulando assim o uso desta terapia alternativa.

Palavras-chave:
Profissional de enfermagem.
Fitoterapia.
Plantas tóxicas.
Conhecimento.

Abstract

Since ancient times, humanity seeks for the power of plants for healing. The use of medicinal / herbal plants for health care has evolved from the simplest forms (the teas) toward industrial production (the phytopharmaceuticals). Current review is based on bibliographic and electronic data bases of PubMed e Scielo accounting for numerous cases of intoxication, interactions, and other health problems caused by the incorrect use of medicinal plants/phytotherapy, as well as self-medication. The objective of this research is to warn about the correct use of medicinal plants/phytotherapy, so that nursing professionals may assess more technical / scientific knowledge, and appropriately guide their patients. We propose some essential procedures for the correct use of medicinal plants, namely, (1) be careful when using familiar plants; (2) do not collect medicinal plants near waste pits or cesspools; and (3) observe adequate dosages. We could observe that the lack of knowledge on the use of medicinal plants has limited their study among the nursing professionals. Moreover, the lack of encouragement for studying the Integrative and Complementary Practices, among the nursing professionals, has generated a void of reliable information, and has created real inability to answer the patient's questions about the adequate use of medicinal plants, thus discouraging their use as alternative therapy.

Key-words:
Nursing professionals.
Phytotherapy.
Toxic plants.
Knowledge.

Introdução

Desde épocas muito antigas, o homem procura na natureza, plantas que tenham poderes de cura e que aliviem as suas dores (MARTINS e GUIÃO, 2007).  O uso terapêutico de plantas ao longo da história baseou-se, sobretudo, no conhecimento intuitivo e especulativo de homens e mulheres, que, com o passar do tempo, aprenderam a diferenciar as ervas benéficas daquelas tóxicas à saúde (LEITE et al., 2009).

A utilização popular das plantas medicinais com fins terapêuticos e para rituais religiosos provém, no Brasil, dos índios brasileiros, de seitas afro-brasileiras e da tradição asiática e europeia (SILVA et al., 2001). Os índios das Américas já utilizavam plantas como o abacate (Persea americana Mill.), mate (Ilex paraguariensis A. St.-Hil), batata-doce (Ipomoea batatas (L.) Lam.) e cacau (Theobroma cacao L.) (BRANDÃO et al., 2009).

De acordo com Lapa e colaboradores (2004), a crença de que as plantas medicinais tradicionalmente usadas pela população já foram testadas e, dessa forma, não causam efeitos colaterais, é equivocada. Algumas pessoas chegam a deixar de usar medicamentos alopáticos já consagrados para casos graves como o câncer, para fazer uso de plantas que não tem comprovação científica. A má informação está presente nas classes menos privilegiadas, assim como o modismo nas classes altas, levando a automedicação de plantas medicinais/fitoterápicos, causando grandes danos à saúde. Contudo, deve-se saber que somente a prática popular, mesmo que de uso prolongado pela população, não é suficiente para qualificar o medicamento como seguro e eficaz.

Essa falta de informação também está presente entre os profissionais de saúde. De acordo com Trovó e Silva (2002), a carência de discussões e esclarecimentos sobre as Práticas Integrativas e Complementares, dentre elas as plantas medicinais/fitoterápicos, durante a graduação, gera uma lacuna no conhecimento do enfermeiro, trazendo prejuízo no seu desempenho profissional, principalmente na assistência à população mais carente, que é a mais afetada pela deficiência do atual Sistema de Saúde.

Apesar da enfermagem está legalmente respaldada para trabalhar com Práticas Integrativas ou Complementares, de acordo com a Resolução 290 de 2004 do COFEN – (MEDEIROS, Sd), a falta de conhecimento e o pouco respaldo para estudar o assunto entre os profissionais de saúde, fazem com que os mesmos não estimulem o uso de plantas medicinais e não tenham conhecimento para esclarecer as dúvidas da população, sobre o uso correto das plantas medicinais/fitoterápicos (ARNOUS, SANTOS e BEINNER, 2005).

Dessa forma, este trabalho tem como objetivo informar aos profissionais de enfermagem sobre os cuidados no uso de plantas medicinais/fitoterápicos, para que possam informar com bases científicas, a forma mais segura e eficaz do uso destes medicamentos.

Metodologia

Trata-se de uma pesquisa de caráter exploratório-descritivo com abordagem qualitativa. Foram acessados bancos de dados bibliográficos e nas bases eletrônicas de dados PubMed, Scirius, Revista de Farmacognosia, Revista Brasileira de Plantas Medicinais e SciElo à procura de artigos na língua portuguesa no período de 12 de março a 17 de abril de 2015, utilizando-se os seguintes descritores: Plantas medicinais. Fitoterapia. Interações. Plantas tóxicas.

Revisão da literatura é indispensável não somente para definir um problema, mas também para obter uma ideia precisa sobre o estado atual dos conhecimentos sobre um determinado tema, envolvendo a localização, análise, sintetização e investigação prévia de revistas cientificas, livros, resumos, teses, etc., relacionada com a área de estudo pesquisada com uma análise bibliográfica pormenorizada, referente aos trabalhos já publicados sobre o tema (BENTO, 2012).

Foram selecionados 11 artigos entre os anos de 2000 até a atualidade.  Como critérios de inclusão utilizados no estudo: artigos publicados, a partir do ano de 2010, relacionados ao tema em questão em que constava ao menos um dos descritores citados acima.  A seleção inicial dos artigos foi realizada com base em seus títulos e resumos e, quando relacionados ao assunto, buscou-se o texto na íntegra. Já os critérios de exclusão foram: artigos não relacionados ao assunto da pesquisa e anteriores a 2000.

Referencial Teórico

Uso de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

O emprego de plantas medicinais na recuperação da saúde tem evoluído ao longo dos tempos, desde as formas mais simples de tratamento local até a fabricação industrial de fitoterápicos (LORENZI e MATOS, 2002).

O Brasil é o país com a maior biodiversidade do planeta, estimada em torno de 20% do total de espécies vegetais existentes (BRANDÃO, 2003). Um dos problemas que se observa na atualidade é que as espécies vegetais nativas, já consagradas ou não, se encontram em risco de desaparecimento, devido à diminuição gradativa do seu habitat (OLIVEIRA e MARTINS, 1998) e ao extrativismo exploratório em alta escala (MENDES et al., 2005), tanto pelas empresas farmacêuticas quanto pela população em geral e raizeiros. Outro problema é em relação à dosagem e o consumo, aos cuidados com relação ao local de plantio, tipo de terra, época certa de coleta, secagem, armazenagem e forma de extrair o princípio ativo, que não são respeitados (FIOCRUZ, 2008).

A utilização de plantas medicinais e de produtos fitoterápicos está em expansão no Brasil e no mundo, o que tem impulsionado as empresas de medicamentos a investir em pesquisa de novos fármacos (BRANDÃO, 2003). Na atualidade, mais de 45% dos produtos farmacêuticos provêm de produtos naturais (CASTRO et al., 2004), como por exemplo, a pilocarpina do jaborandi (Pilocarpus spp.), o α-bisabolol da candeia (Eremanthuserythropappus(DC.) Macleish) e a rutina da favela (Dimorphandra mollis Benth) (BRANDÃO et al., 2009) e o alfahumuleno da erva-baleeira (Cordia verbenaceae D.C.), que gerou o primeiro fitomedicamento brasileiro (Acheflan®, um antiinflamatório), com comprovações de eficácia e segurança, são demonstrações de que há uma preocupação governamental e de que este mercado deve se profissionalizar nos próximos anos (FUNARI e FERRO, 2005).

Toxicidade, Interações e Contra Indicações

A planta medicinal utilizada como medicamento é um produto estranho ao organismo humano (xenobiótico), nele introduzido com finalidades terapêuticas. No ponto de vista toxicológico, deve-se considerar que uma planta medicinal ou um fitoterápico não tem somente efeitos imediatos e facilmente correlacionados com a sua ingestão, mas, também, os efeitos que se instalam a longo prazo e de forma assintomática, como os carcinogênicos, hepatotóxicos e nefrotóxicos (LAPA et al., 2004).

Durante a gravidez, estatisticamente, a exposição à planta é responsável por cerca de 1% das malformações fetais, apesar de parecer pequeno, os números totais são expressivos (RODRIGUES, 2011). Os efeitos mais preocupantes do uso indiscriminado de plantas medicinais para gestantes são os teratogênicos, embriotóxicos e abortivos, uma vez que alguns constituintes da planta podem atravessar a placenta, chegar ao feto e gerar um desses efeitos (BRASIL, 2002).

De acordo com Barnes, Anderson e Phillips (2012), o uso concomitante de plantas medicinais/fitoterápicos com outros medicamentos é uma grande preocupação dos profissionais da saúde, devido a importantes interações medicamentosas.

O consumo de plantas medicinais/fitoterápicos tem sido estimulado com base no mito "se é natural não faz mal". Porém, ao contrário do que se acredita, a ingestão pode causar diversas reações como intoxicações, enjoos, irritações, edemas (inchaços), agravamento de doenças e até o óbito. Os fitoterápicos devem seguir, como qualquer outro medicamento, todas as normas sanitárias e os cuidados para o seu uso, e devem possuir registro na ANVISA (2010). A intoxicação por plantas medicinais é atualmente a terceira maior causa de intoxicações no Brasil (ALENCAR, 2013).

Diante disso, o Ministério da Saúde, de acordo com as preconizações da OMS, baixou Diretrizes, Resoluções e Portarias como a Portaria nº 971/2006 (PNPIC), a RDC nº 10, nº 14 e nº 17/2010, COFID, COMAFITO, dentre outras, para assegurar o consumo destas plantas medicinais/fitoterápicos no País.

Interação medicamentosa é o evento clínico em que o efeito de um medicamento é alterado pela presença de outro fármaco, de alimento, de bebida ou de algum agente químico. Constitui a principal causa de problemas relacionados a medicamentos. Portanto, é muito importante se informar sobre a utilização correta do medicamento com o médico ou farmacêutico (ANVISA, 2010).

De acordo com a ANVISA (2010) alguns medicamentos alopáticos não devem ser tomados com as plantas medicinais/fitoterápicos, porque podem causar danos ao organismo. Além disso, os chás em geral diminuem os movimentos do estômago, o que pode interferir no processo de absorção do remédio, como por exemplo, o uso de medicamentos a base de Hipérico/Erva-de-São-João (Hypericum perforatum L.) junto a anticoncepcionais pode diminuir sua atividade favorecendo a ocorrência de gravidez indesejada.  O uso de Ginkgo (Ginkgo biloba L.) junto à varfarina ou ácido acetil salisílico pode aumentar o efeito anticoagulante destes medicamentos, favorecendo a ocorrência de hemorragias.

Alguns cuidados com o uso das plantas medicinais/fitoterápicos são fundamentais para obter um bom resultado. Utilizar sempre plantas identificadas corretamente; nunca coletar plantas medicinais junto a locais que possam ter recebido agrotóxicos, próximo a lixos ou fossas; as plantas medicinais devem ser secas à sombra; não armazenar por um longo período, pois podem perder os seus efeitos; evite misturar as espécies, a combinação entre elas pode resultar em efeitos imprevisíveis; não utilize durante a gravidez, a não ser sob orientação médica; evite utilizar chás laxantes ou diuréticos para emagrecer (ANVISA, 2010).

O uso racional de medicamentos eficazes, seguros e de qualidade, está pautado no processo que compreende a prescrição apropriada, disponibilidade e preços acessíveis, dispensação em condições adequadas, consumo nas doses indicadas, em intervalos definidos e no período de tempo indicado. Entretanto, devido à morosidade do sistema de saúde, aliado aos fatores como baixo poder aquisitivo, falta de programas educativos em saúde para a população em geral, além de outros aspectos, levam as pessoas a praticarem a automedicação (NICOLETTI et al., 2007).

Arnous, Santos e Beinner (2005) enfatizam que os profissionais de saúde precisam ser mais bem preparados pelas instituições formadoras para fornecerem suporte comunitário no uso de plantas medicinais/fitoterápicos, propiciando melhoria da saúde com produtos de baixo custo e resgatando valores da cultura popular. Para tanto, deve-se contar com o apoio dos gestores públicos para implantação e manutenção de programas locais, com participação de profissionais e agentes comunitários em integração com a comunidade

Considerações Finais

As intoxicações por plantas medicinais são atualmente a terceira maior causa de internamento em Prontos Socorros no Brasil. A ocorrência desses casos deve-se, em parte, a grande biodiversidade de plantas medicinais em nosso País, o acesso facilitado da população a estas espécies, associado à falta de conhecimento sobre seus efeitos tóxicos, principalmente pelos profissionais de saúde e, também, o fator cultural que esboça que "o que é natural não faz mal". O que não condiz com a verdade, pois caso a planta medicinal/fitoterápico seja utilizado de forma incorreta, haja excesso na dosagem, ocorram interações com outras plantas ou medicamentos alopáticos, poderá trazer inúmeros malefícios ao paciente, cabendo assim ao profissional de saúde, em especial o de enfermagem, informar sobre o uso correto das plantas medicinais/fitoterápicos.

A disciplina de Fitoterapia na grade curricular é de extrema importância, pois no campo da terapêutica alternativa/complementar, pode trazer implicações para o melhor relacionamento enfermeiro-paciente e para o futuro do cuidado multidisciplinar. E tais práticas já são adotadas por instituições de ensino de Enfermagem, como a Faculdade de EnfermagemSão Vicente de Paula (FESVIP) na Paraíba, e Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE) no Rio Grande do Norte.

Agradecimentos

A FACENE por dispor da disciplina de Fitoterapia (Profª Michelline) na grade curricular. A Profª Rosy Mary dos Santos Isaias, pela tradução do abstract e todo apoio que sempre me deu. Ao meu companheiro Cici e meus familiares pelo incentivo.

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Histórico do artigo

Submissão:
05/09/2016
Aceite:
07/03/2017
Publicação:
23/05/2017

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