e-ISSN: 2446-4775 | ISSN: 1808-9569

Contribuindo para o conhecimento científico sobre Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em biodiversidade e saúde.

Capa Revista Fitos

Seja um assinante Fitos

Assine a Revista Fitos e receba os lançamentos em seu email.

Assinar

  • Resumo

    Diante dos desafios globais relacionados ao desenvolvimento sustentável, surgem inovações do Núcleo de Gestão da Biodiversidade e Saúde-NGBS, Farmanguinhos/Fundação Oswaldo Cruz, como a constituição da RedesFito - Rede de Inovação em Medicamentos da Biodiversidade formada pelos Arranjos Ecoprodutivos Locais (AELs) encontrados nos biomas brasileiros. Esta rede focaliza a implantação de uma economia ecológica, onde a mudança no consumo e produção é defendida.  Em 2006, foi criada a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos/PNPMF visando o desenvolvimento de novos medicamentos a partir de plantas medicinais e, portanto, expandir a acessibilidade às pessoas, via Sistema Único de Saúde (SUS). A PNPMF estabelece princípios orientadores: participação e controle social sobre as produções, criação do processo de inclusão social e preservação do conhecimento popular, instalação de cooperação entre todos os atores da cadeia de produção de plantas medicinais, melhor renda para os agricultores, empregos e desenvolvimento tecnológico-industrial. Este artigo visa a análise da RedesFito sob o olhar da educação popular, com base em entrevistas não diretivas com pesquisadores, produtores e atores sociais da rede, assim como, observações participantes realizadas no coração de dois Arranjos Ecoprodutivos Locais (AELs) no Extremo Sul da Bahia e em Itapeva-Itabera/São Paulo.   

    Artigo

    Texto completo

    PDF
    HTML

    Palavras-chave

    RedesFito. Arranjos Ecoprodutivos Locais. Conhecimento popular. SUS – Sistema Único de Saúde.  Itapeva-Itabera/SP. Sul da Bahia.
  • Referências

    Bibliografia

    Chesnais F. Uma interpretação sobre a situação econômica mundial seguida por considerações sobre a crise ambiental. In: Cassiolato JE, Podcameni MG, Soares MCC, éditeurs. Sustentabilidade socioambiental em um contexto de crise. Rio de Janeiro: E-papers; 2015. p. 39‑64. (Políticas estratégicas de inovação e mudança estrutural).

    Freire P. Pédagogie des opprimés. Suivi de: Conscientisation et révolution. Paris: F. Maspero; 1983. 205 p. (Petite collection Maspero).

    Ranulfo Peloso. A Retomada do Trabalho de Base. Consulta Popular: “Trabalho de base”. oct 2001;(4):17‑36.

    Brandão CR. O que é educação popular. São Paulo: Brasiliense; 2006.

    Lapassade G. Observation participante. In: Vocabulaire de psychosociologie [Internet]. ERES; 2002 [cité 8 mars 2016]. p. 375. Disponible sur: http://www.cairn.info/vocabulaire-de-psychosociologie--9782749206851-page-375.html.

    Gilon C, Ville P. Les arcanes du métier de socianalyste institutionnel: manuel pratique. Sainte-Gemme: Presses universitaires de Sainte-Gemme; 2014. 180 p. (Socianalyse).

    Fernandes, F. M. B. Considerações Metodológicas sobre a Técnica da

    Observação Participante . In MATTOS, R. A.; BAPTISTA, T. W. F. Caminhos para

    análise das políticas de saúde, 2011. p. 262-274. Online: disponível em

    www.ims.uerj.br/ccaps.

    Charte de la Transdisciplinarité [Internet]. CIRET - Centre International de Recherches et Etudes Transdisciplinaires. 1994 [cité 27 juill 2016]. Disponible sur: http://ciret-transdisciplinarity.org/chart.php.

    Morin E. Science avec conscience. Paris, France: Seuil : Fayard, DL 1990; 1990. 315 p.

    Da Veiga Junior VF. Estudo do consumo de plantas medicinais na Região Centro-Norte do Estado do Rio de Janeiro: aceitação pelos profissionais de saúde e modo de uso pela população. Rev Bras Farmacogn. jun 2008;18(2):308‑13.

    Brazil, Departamento de Assistência Farmacêutica. Política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica; 2006. 60 p.

    Silvello CLC. O uso de plantas medicinais e de fitoterápicos no SUS : uma revisão bibliográfica. 2010 [cité 29 juill 2016]; Disponible sur: http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/28232.

    Gilon C, Kruse Villas Bôas G de. Le REDESFITO - Réseau brésilien d’innovation en médicaments de la biodiversité - : une contribution au débat sur le rôle de l’innovation. In: Encyclopédie du Développement Durable [Internet]. 2016 [cité 20 juill 2016]. Disponible sur: http://www.encyclopedie-dd.org/encyclopedie/droits-et-inegalites/6-3-education-formation/le-redesfito-reseau-bresilien-d.html.

    Freire P. Extensão ou comunicacã̧o? Rio de Janeiro, Brésil: Paz e Terra; 2001. 93 p.

    Bacqué MH, Mechmache M. Pour une réforme radicale de la politique de la ville - Citoyenneté et pouvoir d’agir dans les quartiers populaires. Ministère de l’Égalité des territoires et du Logement/Ministère Délégué à la Ville; 2013 juin.

    Peterson P. L’agroécologie comme dépassement du paradigme de la modernisation. In: Delcourt L, éditeur. Agroécologie: enjeux et perspectives : points de vue du Sud. Louvain-la-Neuve; Paris: Centre tricontinental ; Éd. Syllepse; 2014. p. 87‑106. (Alternatives Sud; vol. 21).

    Mazalla Neto W. Agroecologia e movimentos sociais: entre o debate teórico e sua construção pelos agricultores camponeses, 2014. [Tese de doutorado em Engenharia agrícola sob a orientação da Professora Sonia Maria Pessoa Pereira Bergamasco]. [Campinas]: Universidade Estadual de Campinas. 2014.

    Carreira L, Alvim NAT. O cuidar ribeirinho: as práticas populares de saúde em famílias da ilha Mutum, Estado do Paraná. ResearchGate. 1 janv 2002;24:791‑801.

    Piccinini GC. Plantas medicinais utilizadas por comunidades assistidas pelo Programa Saúde da Família, em Porto Alegre: subsídios à introdução da fitoterapia em atenção primária em saúde [Internet] [Tese de doutorado em Agronomia, Sob a orientação da professora Ingrid Bergman Inchausti de Barros]. Universidade do Rio Grande do Sul; 2008 [cité 29 juill 2016]. Disponible sur: http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/14305.

    Lomba C, Michel H. Présentation. SavoirAgir - Médicam Dessous Une Marchand. (16):9‑11.

    Siliprandi E. Mulheres e agroecologia: transformando o campo, as florestas e as pessoas. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; 2015.

    Apolinário P. O protagonismo das agricultoras na produção de plantas medicinais, com a perspectiva agroecológica no assentamento de reforma agrária Pirituba II [Trabalho de conclusão de curso de graduação para a obtenção do título de Bacharela em Agronomia sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Rogério Lopes]. [Sorocaba - São Paulo]: Universidade Federal de São Carlos UFSCar – Campus Sorocaba; 2015.

    Douard O. La coopération. In: Loncle P, éditeur. Coopération et éducation populaire. Paris: Harmattan; 2012. p. 9‑19. (Les Francas).

    Escot C. La coopération, outil critique de la dominance. In: Loncle P, éditeur. Coopération et éducation populaire. Paris: Harmattan; 2012. p. 71‑86.

    Christian Maurel : Comment bâtir une ville démocratique ? [Internet]. Pensons le matin. 2014 [cité 17 août 2016]. Disponible sur: http://www.pensonslematin.fr/christian-maurel-comment-batir-une-ville-democratique/

    Barbier R. La recherche action. Paris, France: Anthropos : diff. Économica, DL 1996; 1996. 112 p.

    Villas Bôas GK. & Gillon C. Contribuição ao debate sobre o papel da inovação em

    medicamentos a partir da biodiversidade. Revista Fitos, Rio de Janeiro, Vol, 10(2),95-

    ,Abr-Jun 2016.

  • Histórico do artigo

    • Data de submissão:
    • Data de publicação:
  • Licença


    Copyright (c) 2019 Revista Fitos