In vitro inhibition of Escherichia coli from women with urinary tract infection by cranberry hydroalcoholic extract

Chiavini M.,ê S.,
Gelinski J., M., L., N.,
Locatelli C.,
Costa Pâm., A., d.,
Vicente Vân. A.

Mariê Scotegagna Chiavini

1Universidade do Oeste de Santa Catarina, Núcleo Biotecnológico. Rua Paese, 198, Bairro Universitário, CEP 89566-252, Caixa-postal: 189, Videira, SC, Brasil.

Bacharel em Farmácia- 

 Unoesc, Videira,Sc - Brasil.

Jane Mary Lafayette Neves Gelinski

2Universidade do Oeste de Santa Catarina, Núcleo Biotecnológico-Unoesc. Rua Paese, 198, Campus Universitário, CEP 89560-000, Videira, Caixa-postal: 189, SC, Brasil.

Doutorado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas - Universidade de São Paulo (USP, 2003) em Bromatologia, ênfase em Microbiologia de Alimentos; Mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Departamento de Genética, ênfase em Imunogenética (1990); Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE (1986). Realizou estágio Pós-doutoral no Departamento, Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) sobre Biotecnologia de leveduras negras (2014). Docente do Núcleo estruturante dos cursos de Engenharia de Alimentos e Biotecnologia Industrial da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc). Professora nos cursos de Nutrição, Biotecnologia Industrial, Farmácia, Engenharia Sanitária e Ambiental, Engenharia de Alimentos e Psicologia. Coordenadora do Mestrado Acadêmico em Ciência e Biotecnologia Unoesc. Tem experiência em Microbiologia, Biotecnologia, com ênfase em patógenos de origem alimentar, resistência bacteriana a antimicrobianos e bacteriocinas de bactérias ácido láticas.

Claudriana Locatelli

Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), Campus de Videira. Rua Paese, 198, Universitário, CEP 89560-000, Videira, SC, Brasil.

Possui graduação em Farmacia Analises Clinicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (1999), mestrado em Farmácia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001) e doutorado em Farmácia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2009). Atualmente é professor da Universidade do Oeste de Santa Catarina e professor da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe. Tem experiência na área de Farmácia e Bioquímica, atuando principalmente na investigação de propriedades antitumotais,antioxidantes e tóxicas de moléculas bioativas. Em paralelo, vem atuando em nanotoxicologia. Atua como orientador nos programas de Mestrado da UNOESC no campus de Videira Programa de Mestrado em Ciência & Biotecnologia e no campus de Joaçaba Programa de Mestrado em Biociências e Saude.

Pâmela Aparecida da Costa

University of West of Santa Catarina, Unoesc, Laboratory of Biotechnology Paese, 198, 89560-000, Videira -Santa Catarina, Brazil;

Possui graduação em Farmácia-Bioquímica pela Universidade do Oeste de Santa Catarina, em 2014 (UNOESC - Videira, SC). Pós graduada do curso de Diagnóstico Laboratorial da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul- PUC RS (2017). Possui experiência na área de Farmácia, com ênfase em análises clínicas,experiência nos setores de hematologia, bioquímica clínica, urinálise, controle de qualidade e orientadora em treinamentos internos de colaboradores. Atualmente é integrante do serviço de saúde do Exército Brasileiro como farmacêutica analista clínica.

Vânia Aparecida Vicente

Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Departamento de Patologia Básica.Centro Politécnico s/n - sala 148 Jardim das Américas, CEP 81531990, Caixa-postal: 19031. Curitiba, PR, Brasil.

Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (1986), mestrado (1989, Bolsa FAPESP) e doutorado (2000) em Microbiologia Agrícola pela Universidade de São Paulo/ESALQ-Piracicaba/SP, com Bolsa Sanduíche pelo Instituto CBS (Centraalbureau voor Schimmelcultures- Fungal Biodiversity Centre) na Holanda. Pós-doutorado em Taxonomia Molecular de Fungos no referido Instituto (Bolsa CAPES 2009-10), onde estabeleceu cooperação de âmbito internacional. Professor associado do Departamento de Patologia Básica/UFPR, membro dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia (PPGEBB) e em Microbiologia, Parasitologia e Patologia (PPGMPP), onde exerceu a função de coordenadora (2011-2013). Bolsista Produtividade CNPQ- 1C, líder de grupo de pesquisa CNPq, com ênfase em Microbiologia clinica e ambiental, atuando nos seguintes temas: Feohifomicose, Cromoblastomicose e Caracterização Molecular de Microrganismos de Interesse Clínico e Biotecnológico. Responsável pela implantação do Centro de Coleção de Culturas Fúngicas do Laboratório de Microbiologia Molecular LABMICRO/UFPR. Atual Coordenadora das Coleções Microbiológicas da Rede Paranaense (CMRP), líder do projeto Genoma de Leveduras Negras no Paraná e membro da equipe responsável pela criação e gerenciamento da Rede Brasileira de Fungos Melanizados. Exerceu a função de Coordenadora Geral dos Programas de Pós-Graduação da UFPR, gestão 2013-16.


Resumo

Avaliou-se o potencial antimicrobiano de extratos hidroalcoólicos de cranberry (CrE) contra Escherichia coli isolada de mulheres com infecção do trato urinário (ITU). O CrE foi preparado com base na porcentagem de proantocianidinas: 1,26%; 2,52%; 3,35%, 5,03% e 10,06% das diluições das amostras. O potencial antimicrobiano CrE foi avaliado por ensaios de disco e difusão de poços e por ação direta in vitro contra E. coli. A ação antibacteriana foi observada em todos os testes realizados: a concentração inibitória mínima foi de 1,26% de CAPs por ensaio de difusão em disco e 2,52% de CAPs por ensaio de difusão em poços. A ação direta antimicrobiana in vitro de E. coli resultou em 3,8 ciclos Log10 reduzidos para uma concentração de 5,03% de CAPs. Um dos isolados apresentou resistência múltipla aos antibióticos.  A inibição de E. coli pelo CrE foi dose-dependente e diretamente proporcional à concentração de PACs. Os resultados indicam um alto potencial de ação inibitória do CrE. No entanto, outras análises in vitro e in vivo podem ser realizadas para determinar qual a melhor concentração de CrE capaz de causar um efeito benéfico real nas ITUs.


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