Efeito alelopático do extrato aquoso das folhas de Callistemon viminalis (Sol. ex Gaertn.) G.Don sobre a germinação de picão-preto (Bidens pilosa L.)

Ribeiro J.,ão P., O.,
Santo A., d., E.,ír.,
Melo A., M.,
Sousa A., C., G.,ãe.,
Ferreira L., C.,
da Silva A., F.,
Parrella Nád. N. L. D.ãe.

João Paulo Oliveira Ribeiro

1Universidade Federal de Viçosa (UFV), Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia, Departamento de Fitotecnia, Campus Universitário. Avenida Peter Henry Rolfs, s/n, CEP 36570-900, Viçosa, MG, Brasil.

Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal de São João del - Rei, campus Sete Lagoas (UFSJ - CSL). Mestrando em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela UFV - Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, Brasil. Desenvolveu na graduação trabalhos de iniciação cientifica, nas áreas de Anatomia Vegetal, com enfoque em estruturas secretoras (coléteres) em Myrtaceae do cerrado e com anatomia e histoquímica de sementes de Cratylia argentea - Fabaceae; Geoprocessamento (Embrapa Milho e Sorgo) e; Tecnologia e Produção de Sementes com maturação de sementes de sorgo sacarino. Além de estudos com anatomia de órgãos vegetativos de espécies representantes das famílias Orchidaceae e Myrtaceae; Efeito alelopático de plantas na germinação de sementes de espécies agrícolas. De 2015 à 2017 foi membro e representante discente da comissão organizadora do curso de Engenharia Agronômica na Semana Acadêmica dos cursos de Engenharia Agronômica, de Alimentos, Florestal e Bacharelado Interdisciplinar em Biossistemas - SEACAD. No mestrado vem atuando na área de Tecnologia de Sementes em estudos com ênfase em germinação, vigor, padronização de testes de vigor, armazenamento, qualidade fisiológica de sementes, dessecação em pré-colheita de sementes e uso de análise de imagens raios-X em sementes.

Alander do Espírito Santo

2Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), Departamento de Ciências Agrárias. Campus Sete Lagoas, Rodovia MG 424 – km 47, CEP 35701-970, Sete Lagoas, MG, Brasil.

Graduando em Engenharia Agronômica na Universidade Federal de São João del-Rei, Campus Sete Lagoas. Atualmente, discente bolsista de Iniciação Científica e membro do Grupo de Estudos em Cafeicultura da Universidade Federal de São João del-Rei.

Angelina Moreira Melo

1Universidade Federal de Viçosa (UFV), Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia, Departamento de Fitotecnia, Campus Universitário. Avenida Peter Henry Rolfs, s/n, CEP 36570-900, Viçosa, MG, Brasil.

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de São João del Rei - Campus Sete Lagoas. Atualmente é estudante de mestrado no programa de pós-graduação em Extensão Rural pela Universidade Federal de Viçosa. Trabalha com pesquisa nas áreas de Sistemas Agroalimentares, Circuito Curto de Comercialização de Alimentos e Agroecologia. Possui interesse pelas áreas de Extensão Rural, Sociologia Rural, Sistemas Agroalimentares e Agroecologia.

Amanda Cristina Guimarães Sousa

3Universidade Federal de Lavras (UFLA), Campus universitário, Departamento de Entomologia, CEP 37200-000, Lavras, MG, Brasil.

Bacharel em Biossistemas. Engenheira Agronôma pela Universidade Federal de São João Del-Rei, onde trabalhou com entomologia agrícola. Atualmente é aluna de mestrado em Entomologia na linha de pesquisa Manejo Integrado de Pragas, desenvolve trabalhos na área de Resistência de plantas à insetos.

Luziane Cristina Ferreira

4Universidade Estadual Paulista (FCAT/Unesp), Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas, Campus de Dracena, Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, km 651, CEP 17900-000, Dracena, SP, Brasil.

Possui graduação em Bacharelado Interdisciplinar em Biossistemas pela Universidade Federal de São João Del Rei (2015), pela mesma instituição possui graduação em Engenharia Agronômica (2017). Atualmente é bolsista Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), mestranda em Agronomia pela Universidade Estadual Paulista - "Júlio Mesquita Filho" Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas (UNESP - Campus Dracena) atuando na linha de pesquisa de Manejo e conservação do solo e da água na área de Microbiologia Agrícola.

Amilton Ferreira da Silva

2Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), Departamento de Ciências Agrárias. Campus Sete Lagoas, Rodovia MG 424 – km 47, CEP 35701-970, Sete Lagoas, MG, Brasil.

Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitotecnia pela Universidade Federal de Viçosa - UFV e Mestrado em Agronomia - Sistemas de Produção, pela Universidade Estadual Paulista - UNESP. Possui experiência no manejo de grandes culturas,melhoramento genético da soja e manejo de plantas daninhas. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de São João Del Rei, Campus de Sete Lagoas - MG, onde ministra as disciplinas de Culturas da soja e do feijão, Café e Algodão e Biologia e Manejo de plantas daninhas.

Nádia Nardely Lacerda Durães Parrella

2Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), Departamento de Ciências Agrárias. Campus Sete Lagoas, Rodovia MG 424 – km 47, CEP 35701-970, Sete Lagoas, MG, Brasil.

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual de Montes Claros/MG (2003), mestrado em Agronomia (Genética e Melhoramento de Plantas) pela Universidade Federal de Lavras (2006) e doutorado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Lavras (2009). Foi professora substituta na UFVJM das disciplinas de Biologia Molecular, Genética e Processos Evolutivos no curso de Ciências Biológicas e das disciplinas de Produção de Sementes e Sementes Florestais nos cursos de Agronomia e Engenharia Florestal. Pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais/ EPAMIG até abril de 2013. Atualmente é professora efetiva da Universidade Federal de São João del Rei/UFSJ, campus Sete Lagoas. Responsável pelas disciplinas de Melhoramento Genético Vegetal e Produção e Tecnologia de Sementes.


Palavras-chave

Bidens pilosa L
Inhibition. weeds
vigor
Inibição
plantas daninhas
vigor
Bidens pilosa L

Resumo

O picão-preto é uma planta daninha encontrada em lavouras anuais e perenes no Brasil. Em decorrência da aplicação de produtos químicos alguns biótipos da espécie B. pilosa tem apresentado resistência, dessa forma estudos recentes têm avaliado a eficiência de substâncias alelopáticas como alternativa no controle do picão-preto. Neste contexto, o objetivo do trabalho foi avaliar o efeito alelopático das folhas de Callistemon viminalis sobre a germinação de picão-preto. Para tal, foram avaliadas cinco concentrações de extratos de C. viminalis 0% (testemunha), 20%, 25%, 50%, 100%, em delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro repetições. A qualidade das sementes foi avaliada por meio da avaliação da germinação das sementes, realizando-se leituras diárias durante quatorze dias. Os dados foram submetidos ao pacote Seedcalc, gerando variáveis de germinação final e índices de vigor, os quais foram submetidos ao teste de Shapiro-Wilk a (p≤0,05), seguido do teste de Scott-Knott (p≤0,05), utilizando-se do software R. O extrato de C. viminalis provocou efeitos negativos e positivos na germinação e nos índices de vigor das sementes, sendo a concentração de 20% estimulante e as concentrações de 25%, 50% e 100% inibitórias. Portanto os extratos de C. viminalis apresentaram ação alelopática na germinação de sementes de picão-preto.


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