O presente trabalho realizou ensaio agronômico da espécie Bidens pilosa L. (picão preto) para avaliar sua produtividade (massa fresca e massa seca) e o teor de flavonoides, cultivando-a com diferentes níveis de adubação orgânica e sombreamento. Os resultados mostraram que o cultivo usando adubação orgânica ao sol pleno produziu 63% mais droga vegetal que os tratamentos sem adubação orgânica, usando ou não sombreamento. Em relação ao teor de flavonoides, foi encontrada igualdade estatística entre todos os tratamentos.

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O presente trabalho realizou um estudo sobre as espécies medicinais das famílias Acanthaceae, Aizoaceae, Alismataceae e Amaranthaceae. O artigo apresenta também usos populares das espécies no tratamento de asma, hemorragias, queixas do estômago, inflamações, diabetes, colesteral e uma série de outros usos.

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A Fitoterapia como política pública é realidade em estados e municípios brasileiros, no entanto, além do apoio governamental e da vontade da população, profissionais de saúde devem estar motivados e capacitados para viabilizar e consolidar esta prática no SUS. Objetivamos neste estudo, identificar práticas prescritivas dos profissionais vinculados à atenção básica e sua percepção na perspectiva da inserção da Fitoterapia no âmbito municipal por meio de estudo quali-quantitativo transversal, descritivo, mediante entrevista estruturada, in loco com 55 profissionais de diversas áreas da saúde em cinco Unidades Básicas de Saúde (UBS), representativas das cinco regionais de Saúde de Criciúma/SC. Destes, 82% acreditam na eficácia das plantas, 49% aconselha/indica/prescreve, independe da categoria profissional e/ou habilitação, totalizando 26 espécies prescritas/indicadas para 47 indicações terapêuticas, e destas, 24 indicações são aprovadas pela ANVISA, totalizando 21 espécies validadas. A planta mais citada foi a Camomila, seguida da Malva e Hortelã. Para 45% dos profissionais as plantas, de modo geral, não oferecem riscos, e os profissionais desconhecem os efeitos colaterais, interação e toxicidade descritas nas literaturas preconizadas pela ANVISA. Gostariam de participar de capacitações e que a Fitoterapia fosse oficializada. Assim, neste estudo, os profissionais estão sensibilizados e já vivem a Fitoterapia no seu cotidiano, no entanto, para sua viabilização, requer vontade do poder público para institucionalizá-la, disponibilizar insumos e as capacitações necessárias.

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Tratamentos alternativos com plantas medicinais são uma prática comum. O uso de plantas medicinais como recurso terapêutico baseado na sabedoria popular é uma forma de proteger o conhecimento das comunidades. No entanto, o uso das plantas medicinais e os procedimentos terapêuticos podem oferecer alguns riscos e resultados menos eficazes se realizados de modo incorreto. Tais ações devem ser desempenhadas com responsabilidade e é importante que os profissionais de saúde discutam sobre essas questões. Este trabalho visou o resgate e a valorização de conhecimentos populares a partir de um grupo de convivência e teve como objetivo o repasse de informações para o uso racional e eficiente das plantas medicinais e fitoterápicos. Para isso, os profissionais de saúde buscaram articular, por meio de educação em saúde, a necessidade de se desenvolver ações efetivas de comunicação e Promoção da Saúde, como encontrar estratégias educativas, informativas e comunicativas. A metodologia da pesquisa foi qualitativa, assim como a análise dos dados obtidos, tendo como técnica e ferramenta reuniões, formulários, diário de campo, observações participativas e planejamento de elaboração das intervenções.

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