Open-access O RENISUS e a biodiversidade do Recôncavo: um estudo sobre plantas medicinais com potencial terapêutico

RENISUS and the biodiversity of the Recôncavo: a study on medicinal plants with therapeutic potential

Resumo

Os estudos sobre plantas medicinais são essenciais para preservar e transmitir o conhecimento tradicional, além de oferecerem alternativas terapêuticas eficazes. A Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), criada em 2009, reúne 98 espécies com potencial terapêutico, priorizando as nativas e orientando pesquisas voltadas ao desenvolvimento de fitoterápicos. Este trabalho realizou um levantamento das espécies medicinais do Recôncavo da Bahia presentes na RENISUS, visando compreender seu uso e relevância para a saúde local. As informações foram obtidas nas plataformas SpeciesLink, Plants of the World Online, Reflora e International Plant Names Index (IPNI), que reúnem registros de coleções botânicas. Das 98 espécies listadas, 40 foram confirmadas na região, representando cerca de 41% da lista nacional. Esse resultado evidencia a importância do Recôncavo para a valorização e conservação dos recursos genéticos vegetais. O estudo destaca o potencial da biodiversidade local para a saúde pública e aponta desafios como a subnotificação de espécies e lacunas taxonômicas. A integração entre saber científico e conhecimento tradicional é fundamental para a conservação e o uso sustentável dessas plantas, fortalecendo o desenvolvimento regional e a saúde coletiva.

Palavras-chave: Plantas medicinais; Renisus; Recôncavo Baiano

Abstract

Studies on medicinal plants are essential for preserving and transmitting traditional knowledge, as well as offering effective therapeutic alternatives. The National List of Medicinal Plants of Interest to the Brazilian Unified Health System (RENISUS), created in 2009, includes 98 species with therapeutic potential, prioritizing native plants and guiding research aimed at the development of herbal medicines. This study carried out a survey of medicinal plant species from the Recôncavo region of Bahia that are listed in RENISUS, seeking to understand their use and relevance to local health. Information was obtained from the platforms SpeciesLink, Plants of the World Online, Reflora, and the International Plant Names Index (IPNI), which compile records from botanical collections. Of the 98 species listed, 40 were confirmed in the region, representing about 41% of the national list. This result highlights the importance of the Recôncavo for the valorization and conservation of plant genetic resources. The study emphasizes the potential of local biodiversity for public health and identifies challenges such as underreporting of species and taxonomic gaps. The integration of scientific knowledge and traditional wisdom is fundamental for the conservation and sustainable use of these plants, strengthening regional development and collective health.

Keywords: Medicinal plants; RENISUS; Recôncavo of Bahia

Introdução

Os estudos sobre plantas medicinais desempenham um papel essencial na preservação e na transmissão do conhecimento tradicional, além de oferecerem alternativas eficazes para o tratamento de diversas enfermidades[1]. A utilização de plantas medicinais em preparos caseiros representa uma abordagem integral e eficaz para a saúde, cuidando do indivíduo nos seus aspectos físico, emocional e espiritual, quando essa prática é aliada à capacitação popular, ela se torna uma poderosa ferramenta que fortalece a atenção primária, estimula a participação da comunidade e melhora a qualidade de vida de todos[2].

No contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), as plantas medicinais ressurgem como alternativa viável para a prevenção de doenças, a promoção da saúde e a redução de reações adversas, além de apresentarem menor custo e aproveitarem a ampla biodiversidade brasileira e o conhecimento popular associado[3].

A Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), instituída em 2009, reúne 98 espécies com potencial terapêutico. Essa lista prioriza plantas nativas e tem como objetivo principal direcionar estudos e pesquisas voltados ao desenvolvimento de fitoterápicos[4].

Elaborada no âmbito do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, do Ministério da Saúde, a RENISUS busca garantir a inserção segura, eficaz e de qualidade de plantas medicinais e fitoterápicos no SUS, ao mesmo tempo em que valoriza e reconhece práticas populares e tradicionais no uso de plantas medicinais e remédios caseiros[4].

A valorização do potencial terapêutico da flora brasileira tem sido cada vez mais recomendada e incorporada ao SUS. Segundo Carvalho[5], o cultivo de plantas medicinais e a produção de fitoterápicos já são realidade em aproximadamente 35% dos municípios brasileiros que ofertam serviços de fitoterapia no sistema público de saúde.

O Recôncavo da Bahia destaca-se por sua rica biodiversidade[6] e forte valorização cultural, sendo o uso de plantas medicinais amplamente difundido entre as comunidades locais[7]. Espécies como o Quiôiô (Ocimum gratissimum L.) são utilizadas tanto na culinária quanto na medicina popular, evidenciando uma integração entre saberes tradicionais e práticas contemporâneas[8]. Entre as comunidades quilombolas do Recôncavo Baiano, Lippia alba (Mill.) N.E. Brown (erva-cidreira) foi a espécie mais citada, com uso especialmente em chás para distúrbios digestivos e ansiedade; também foram registradas espécies como Plectranthus amboinicus (Lour.) Spreng. (hortelã-pimenta), empregada por suas propriedades antiespasmódicas e calmantes[7].

Diante desse contexto, este estudo propõe a realização de um levantamento das plantas medicinais com base nas espécies catalogadas pelo RENISUS e com potencial terapêutico presentes no Recôncavo da Bahia, por meio de consultas a plataformas de herbários virtuais, promovendo um melhor entendimento sobre o uso dessas espécies e sua importância para a saúde local.

Materiais e Métodos

Área de Estudo

O Recôncavo da Bahia possui uma área de aproximadamente 11.200 km2 e abrange 20 municípios (FIGURA 1): Cabaceiras do Paraguaçu, Cachoeira, Castro Alves, Conceição do Almeida, Cruz das Almas, Dom Macedo Costa, Governador Mangabeira, Maragogipe, Muniz Ferreira, Muritiba, Nazaré, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, São Felipe, São Félix, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Sapeaçu, Saubara e Varzedo[9].

FIGURA 1
: Mapa do Recôncavo da Bahia, Brasil, com os municípios que compõem a região de estudo.

A região está inserida predominantemente no domínio fitogeográfico da Mata Atlântica, apresentando áreas de transição para o domínio da Caatinga na porção oeste (FIGURA 1). O solo, conhecido regionalmente como "massapê baiano", ocorre em uma paisagem de clima tropical, com variações locais associadas à topografia e à influência dos ecótonos. As temperaturas médias anuais variam entre 18°C e 22°C, enquanto a precipitação anual ultrapassa os 1.000 mm, configurando condições favoráveis ao desenvolvimento de uma vegetação diversificada[9].

Levantamento florístico

O levantamento florístico foi realizado por meio de consultas nas bases de dados SpeciesLink (https://specieslink.net/), REFLORA (https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublico HVUC/ConsultaPublicoHVUC.do), Plants of the World Online e International Plant Names Index (IPNI) que são plataformas digitais de compartilhamento de dados sobre biodiversidade, com ênfase em coleções botânicas, como herbários e museus de história natural.

Foram aplicados filtros específicos para identificar as espécies listadas na RENISUS em cada um dos municípios do Recôncavo da Bahia. Adicionalmente, foram realizadas consultas à coleção do Herbário do Recôncavo da Bahia (HURB) com o objetivo de complementar e validar os dados obtidos. Também foram acessadas, de forma virtual, coleções dos herbários ALCB, BAH, CPAP, CTBS, EAC, ESA, FCAB, HCF, HST, HUEFS, IPA, NY, MBM, RFA, SP e UFG[10]. Os dados coletados foram organizados em uma planilha Excel para posterior análise.

Resultados e discussões

Dos 98 táxons listados na RENISUS, 40 espécies apresentam registros confirmados no Recôncavo da Bahia por literatura e/ou por voucher da espécie (TABELA 1). Esse número corresponde aproximadamente 41% da lista nacional, evidenciando uma significativa contribuição do Recôncavo da Bahia para a valorização e conservação dos recursos genéticos vegetais.

TABELA 1
Espécies da RENISUS com ocorrência do Recôncavo da Bahia, Brasil. Cidades: Cabaceiras do Paraguaçu (CBP), Cachoeira (CAC), Castro Alves (CAS), Conceição do Almeida (CDA), Cruz das Almas (CRA), Dom Macedo Costa (DMC), Governador Mangabeira (GMA), Maragogipe (MAR), Muniz Ferreira (MFR), Muritiba (MUR), Nazaré (NAZ), Santo Amaro (SAM), Santo Antônio de Jesus (SAJ), São Felipe (SFE), São Félix (SFX), São Francisco do Conde (SFC), São Sebastião do Passé (SSP), Sapeaçu (SAP), Saubara (SAL) e Varzedo (VAR).

As famílias mais representativas em herbários virtuais na flora medicinal do Recôncavo da Bahia foram Asteraceae, Fabaceae, Myrtaceae, Lamiaceae, Phyllanthaceae e Zingiberaceae (FIGURA 2).

FIGURA 2
: Famílias mais representativas do RENISUS no Recôncavo da Bahia, Brasil.

O destaque para as famílias Asteraceae e Fabaceae (FIGURA 2) é corroborado pela literatura, uma vez que ambas apresentam ampla distribuição geográfica e incluem numerosas espécies com propriedades terapêuticas reconhecidas[11]. Já as famílias Lamiaceae e Myrtaceae reúnem plantas ricas em óleos essenciais, tradicionalmente empregadas com finalidades medicinais e aromáticas[12]. A expressiva representatividade dessas famílias evidencia sua relevância tanto para a biodiversidade regional quanto para o potencial de desenvolvimento farmacológico.

A inclusão de gêneros, como Morus L. e Copaifera L. na RENISUS, está sem a devida especificação das espécies e isso pode acarretar implicações significativas em diversos âmbitos, uma vez que não se sabe quais espécies utilizar. Do ponto de vista científico, a identificação taxonômica precisa ser fundamental para assegurar a confiabilidade de pesquisas relacionadas às propriedades químicas e farmacológicas das plantas medicinais. Cada espécie pode apresentar variações significativas na composição de seus compostos bioativos, o que influencia diretamente sua eficácia terapêutica, bem como seu potencial de toxicidade.

A falta de especificidade na identificação das espécies, como no caso dos gêneros Morus e Copaifera, não limita apenas o avanço científico, mas compromete também a segurança e a eficácia dos tratamentos oferecidos à população. No contexto do SUS, em que os fitoterápicos são apresentados como alternativas terapêuticas, a confiabilidade e a padronização dos produtos são fundamentais. O uso de uma espécie inadequada ou de plantas cujas propriedades medicinais não foram devidamente comprovadas, pode representar riscos à saúde dos pacientes e comprometer a credibilidade dos tratamentos fitoterápicos como um todo.

A inclusão de especificações taxonômicas claras na RENISUS, com base em critérios científicos, contribuirá para um manejo mais sustentável, maior segurança para os usuários e um avanço consistente na consolidação da fitoterapia como uma alternativa terapêutica confiável no Brasil.

Embora, as plantas medicinais apresentam baixa toxicidade, muitas espécies podem atuar como adjuvantes terapêuticos no tratamento de diversas enfermidades [13]. No entanto, é essencial a realização de estudos aprofundados para avaliar seu real potencial na prevenção e no tratamento dessas doenças. Isso permite minimizar os riscos associados ao uso inadequado e, ao mesmo tempo, potencializar os benefícios proporcionados pelas plantas medicinais tradicionalmente recomendadas pela cultura popular[14].

Entre as plantas medicinais mais frequentemente registradas no Recôncavo da Bahia, destaca-se Solanum paniculatum L. (FIGURA 3), cujas folhas, frutos e raízes são amplamente utilizadas na medicina tradicional no tratamento de distúrbios hepáticos. Além disso, essa espécie é empregada como colagogo, emenagogo, cicatrizante, febrífuga, anti-inflamatória, antitérmica, tônica, descongestionante, diurética e contra inapetência[15].

FIGURA 3
: Espécies com maior distribuição do Recôncavo da Bahia por município do Recôncavo da Bahia, Brasil, a partir consultas nas bases de dados de herbários virtuais.

Anacardium occidentale L. (FIGURAA 3, 4A), conhecido como cajueiro ou caju, apresenta ampla aplicação na medicina popular, sendo utilizado no tratamento de inflamações, infecções bacterianas, distúrbios gastrointestinais e com fins cosméticos, devido às suas propriedades antioxidantes e cicatrizantes[16,17].

FIGURA 4
: Espécies de plantas medicinais catalogadas a partir do a partir consultas nas bases de dados de herbários virtuais. A. Anacardium occidentale L. (Anacardiaceae). B. Bidens pilosa L. (Asteraceae). C. Schinus terebinthifolia Raddi (Anacardiaceae).

Outra espécie de destaque é Bidens pilosa L. (FIGURAS 3, 4B), popularmente chamado de picão-preto, reconhecida por suas propriedades anti-inflamatórias, antiparasitárias e pela sua aplicação no tratamento de doenças autoimunes[18,19]. Phyllanthus niruri L. (FIGURA 3), conhecida como quebra-pedra, é altamente valorizada por suas propriedades antimicrobianas, antioxidantes e por sua eficácia no tratamento de distúrbios renais e hepáticos[20].

Schinus terebinthifolia Raddi, ou aroeira (FIGURAS 3, 4C), é amplamente utilizada na medicina tradicional brasileira no tratamento de doenças respiratórias, sendo reconhecida por suas propriedades antissépticas, anti-inflamatórias e hemostáticas[21]. Já Ocimum gratissimum L. (FIGURA 3), conhecido como alfavaca ou manjericão, destaca-se por sua ação antimicrobiana, sendo utilizado no tratamento de infecções respiratórias, feridas e doenças de pele[22,23].

Essas espécies exemplificam a rica diversidade e o valor terapêutico das plantas medicinais da região, ressaltando sua importância tanto para as comunidades locais quanto para a pesquisa farmacológica.

No âmbito geográfico, os municípios de Cruz das Almas, Maragogipe, São Francisco do Conde, Santo Amaro e Cabaceiras do Paraguaçu se destacam como os mais representativos em termos de registros de espécies da RENISUS. Em contrapartida, a ausência de registros em localidades como Saubara e Varzedo aponta para possíveis lacunas amostrais ou para a carência de estudos nessas áreas. Esses resultados reforçam a necessidade de ampliar as pesquisas em regiões ainda pouco exploradas, com vistas a um levantamento mais abrangente e preciso da flora medicinal local.

Conclusão

O levantamento evidencia um rico potencial de espécies, tanto para a conservação da biodiversidade quanto para a saúde pública. No entanto, também revela desafios significativos, como a subnotificação de espécies, lacunas taxonômicas, a necessidade de expandir as coletas e o registro em herbários para demais regiões. A integração entre o conhecimento científico e os saberes tradicionais é fundamental para assegurar a conservação, o manejo sustentável e o uso seguro e eficaz dessas espécies no sistema de saúde.

Adicionalmente, ressalta-se a importância de incluir novas espécies na RENISUS, bem como de estabelecer parcerias com especialistas das áreas de botânica, etnobotânica e farmacologia. A incorporação de espécies com forte representatividade cultural e medicinal no Recôncavo da Bahia, em estudos farmacológicos, pode beneficiar diretamente o SUS, ao mesmo tempo em que se alinha aos objetivos da RENISUS e fortalece a medicina tradicional como parte integrante das políticas públicas de saúde.

Por fim, o incentivo a estudos taxonômicos, etnobotânicos e ecológicos é essencial para promover a conservação e o uso sustentável da flora medicinal brasileira, contribuindo para uma abordagem mais abrangente e integrada da fitoterapia no país.

Agradecimentos

Os autores agradecem à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), ao Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais (UFRB–Embrapa) pelo apoio institucional e incentivo à pesquisa. Ao N. Brito (UFRB) pela confecção da Figura 1. O presente trabalho faz parte da Dissertação de Mestrado de LRFS.

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  • Fonte de Financiamento:
    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001. LYSA é bolsista PQ do CNPq (CNPq 314502/2023-8).

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    11 Mai 2026
  • Data do Fascículo
    2026

Histórico

  • Recebido
    30 Out 2025
  • Aceito
    04 Mar 2026