Universidade de Ribeirão Preto, Ciências da Saúde, Ciências Farmacêuticas. Avenida Costabile Romano, 2201, Ribeirânia, CEP 14096-380, Ribeirão Preto, SP, Brasil.
Professor Titular da disciplina de "Farmacognosia e Fitoterápicos"
Possui graduação em Farmácia (Modalidade Indústria) pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo (1988), mestrado (1992) e doutorado (1997) em Ciências (Quimica Orgânica - Fitoquímica) pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo. Foi responsável técnico pelo Laboratório de Manipulação Farmacêutica da Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto (1992-2018). Atualmente é professor titular da Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP), professor titular do Centro Universitário Barão de Mauá, lecionando disciplinas das Ciências Farmacêuticas (Farmacognosia e Química Farmacêutica). Tem experiência na área de Farmácia (Farmacognosia), com ênfase em Controle de Qualidade de Plantas Medicinais, atuando principalmente nos seguintes temas: Cultivo e Monitorização Química de Plantas Medicinais, Desenvolvimento de Fitoterápicos.
Vinícius Mishima Rodrigues
Universidade de Ribeirão Preto, Ciências da Saúde, Ciências Farmacêuticas. Avenida Costabile Romano, 2201, Ribeirânia, CEP 14096-380, Ribeirão Preto, SP, Brasil.
Discente do curso de Farmácia do Centro Universitário Barão de Mauá (Iniciação Científica)
Raíssa Bonavina
Universidade de Ribeirão Preto, Ciências da Saúde, Ciências Farmacêuticas. Avenida Costabile Romano, 2201, Ribeirânia, CEP 14096-380, Ribeirão Preto, SP, Brasil.
O regime hídrico é um fator crucial no cultivo de plantas medicinais, podendo influenciar produtividade, síntese de compostos bioativos e ação farmacológica. Solidago chilensis Meyen (arnica brasileira) foi submetida a um experimento agronômico para avaliar a produtividade (massa fresca e seca), teor de flavonoides e índice de espuma (concentração de saponinas) sob diferentes regimes hídricos. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado (DIC). Os tratamentos incluíram diferentes frequências e volumes de irrigação, combinando 12%, 6% e 3% da capacidade de retenção de umidade do solo, aplicados diariamente, a cada 3,5 dias e a cada 7 dias. Não foram observadas variações qualitativas na composição química das plantas; no entanto, a disponibilidade hídrica foi determinante para a produtividade e a concentração de saponinas e flavonoides. O maior acúmulo de flavonoides ocorreu com irrigação mais frequente, enquanto o índice de espuma foi mais elevado com menor frequência de irrigação, sugerindo que o estresse hídrico favorece o acúmulo de saponinas. De modo geral, o volume de irrigação teve efeito menos expressivo sobre os parâmetros avaliados, sendo a frequência das regas o principal fator modulador. Conclui-se que regas frequentes favorecem o acúmulo de biomassa e flavonoides, enquanto frequências menores estimulam a produção de saponinas.
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Júlio Cézar Borella
Universidade de Ribeirão Preto, Ciências da Saúde, Ciências Farmacêuticas. Avenida Costabile Romano, 2201, Ribeirânia, CEP 14096-380, Ribeirão Preto, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3782-9851
Vinícius Mishima Rodrigues
Universidade de Ribeirão Preto, Ciências da Saúde, Ciências Farmacêuticas. Avenida Costabile Romano, 2201, Ribeirânia, CEP 14096-380, Ribeirão Preto, SP, Brasil. https://orcid.org/0009-0002-2990-8664
Raíssa Bonavina
Universidade de Ribeirão Preto, Ciências da Saúde, Ciências Farmacêuticas. Avenida Costabile Romano, 2201, Ribeirânia, CEP 14096-380, Ribeirão Preto, SP, Brasil. https://orcid.org/0009-0006-1242-7353