Universidade Federal do Ceará (UFC), Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Laboratório de Produtos Naturais. Campus do Pici, Pici, CEP 60455-970, Fortaleza, CE, Brasil.
Possui graduação em Química Industrial pela Universidade Federal do Ceará (2003) Graduação em Pedagogia em Regime Especial - Licenciatura Plena pela Universidade Estadual do Vale do Acaraú (2002), Graduação em Licenciatura em Química pela Universidade Federal do Ceará (2005). Possui Especialização no Ensino de Química (2007) pela Universidade Federal do Ceará, Curso Técnico em Química pela Escola Técnica Federal do Ceará. Tem experiência na área de Química, com ênfase em plantas medicinais e compostos bioativos, atuando principalmente nos seguintes temas: Programa Farmácias Vivas (fitoterapia) e extração de óleos essenciais. Atua no Programa Farmácias Vivas, no Horto Matriz do Ceará - Horto de Plantas Medicinais Prof. Francisco José de Abreu Matos da Universidade Federal do Ceará, na pesquisa, ensino e extensão. Atua em práticas integrativas e complementares (PICs) - fitoterapia, aromaterapia e reiki. É membro do Comitê Estadual de Plantas Medicinais - CE.
Rafaela Gomes Bezerra
Universidade Federal do Ceará (UFC), Centro de Ciências. Farmácia-Viva / Horto de Plantas Medicinais Professor Francisco José de Abreu Matos, Pici, CEP 60020-181, Fortaleza, CE, Brasil.
Farmacêutica com especialização em Farmácia Industrial pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com Mestrado em Ciências Farmacêuticas (UFC) e doutoranda na Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) pelo Programa de Pós Graduação em Inovaç˜åo Farmacêutica (PPGIF). É servidora da UFC desde 2010, atualmente lotada no Departamento de Farmácia/Horto de Planta Medicinais Prof. F. J. de A. Matos (Campus do Pici, Fortaleza/CE).
Kellen Miranda Sá
Universidade Federal do Ceará (UFC), Faculdade de Farmácia Odontologia e Enfermagem. Rua Capitão Francisco Pedro, 1210, Farmacognosia Rodolfo Teófilo, CEP 60430-370, Fortaleza, CE, Brasil.
Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos (área vegetal) (UFC-2025); Mestrado em Políticas Públicas e Gestão do Ensino Superior (foco na Política de Plantas Medicinais e Fitoterápicos) (UFC-2016); Graduação em Farmácia (UFC-2000). Pós-graduações Latu sensu em Produtos Naturais de Plantas e Derivados; Fitoterapia; Terapia Floral; Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Atua, desde 2004, como farmacêutica na Universidade Federal do Ceará. Desde 2011, está lotada na Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação, setor Horto de Plantas Medicinais Prof. F. J. A. Matos UFC. Exerce preceptoria em projetos de pesquisa, ensino e extensão relacionados às áreas de Plantas Medicinais, Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC), Produtos Naturais de Origem Vegetal e Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) (foco em Fitoterapia/Aromaterapia, Terapia Floral e Auriculoterapia). Atua também como farmacêutica integrativa em saúde (CBO 223425) nas referidas PICS. De 2004 a 2011 foi lotada no Hospital Universitário Walter Cantídio e na Maternidade Escola Assis Chateubriand (UFC) atuando em farmácia de centro cirúrgico, manipulação oficinal, nutrição parenteral total, central de abastecimento farmacêutico e dose. Coordenou a assistência farmacêutica do município de Itaitinga de 2005 a 2006. Membro da Associação Brasileira de Farmácias Vivas (ABFV) e do Comitê Estadual de Fitoterapia do Ceará (COMEFI).
Mary Anne Medeiros Bandeira
Universidade Federal do Ceará (UFC), Faculdade de Farmácia Odontologia e Enfermagem. Rua Capitão Francisco Pedro, 1210, Farmacognosia Rodolfo Teófilo, CEP 60430-370, Fortaleza, CE, Brasil.
Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal do Ceará - UFC (1981), Especialização em Farmacoquímica (1985), pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Mestrado (1993) e Doutorado (2002) em Química pela Universidade Federal do Ceará. Atualmente é Professora das Disciplinas de Farmacognosia e de Fitoterapia da Universidade Federal do Ceará. Atua como Supervisora Didático-Pedagógica do Estágio Supervisionado em Farmácia I, Membro do Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFC, do Programa de Pós-Graduação em Inovação e Desenvolvimento Tecnológico em Medicamentos ? PPgDITM/Doutorado em Associação e do Mestrado e Doutorado Profissional em Saúde da Família - Rede Nordeste em Saúde da Família (RENASF), Nucleadora UFC em parceria com a FIOCRUZ . Diretora do Horto de Plantas Medicinais Francisco José de Abreu Matos, Coordenadora do Programa Farmácias Vivas da UFC, Membro da Academia Cearense de Farmácia. Atuou como Supervisora do Núcleo de Fitoterápicos da Coordenadoria de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará, como Coordenadora do Comitê Estadual de Fitoterapia ? Ceará e como Membro do Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Responsável Pela conservação, organização, digitalização do Acervo Científico do Prof. Francisco José de Abreu Matos da UFC; Presidente da Associação Brasileira de Farmácias Vivas.Tem experiência na área de Farmácia, com ênfase em Farmácias Vivas, atuando principalmente nos seguintes temas: Fitoterapia em Saúde Pública, Etnofarmacologia, Farmacovigilância, Controle de Qualidade de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e Fitoquímica de Produtos Naturais.
Operculina macrocarpa L. Urb. (Convolvulaceae), conhecida como jalapa ou batata-de-purga, é um purgativo tradicional amplamente utilizado no Nordeste brasileiro, mas ainda carece de síntese crítica recente. Esta revisão narrativa descritivo-integrativa sistematiza dados sobre identidade botânica, constituintes químicos, evidências farmacológicas e segurança da espécie. A busca em PubMed, SciELO e LILACS, com seleção documentada em fluxograma PRISMA, resultou em onze estudos elegíveis, incluindo ensaios de motilidade intestinal, modulação da agregação plaquetária, controle de qualidade, germinação/micropropagação e toxicidade em organismos aquáticos. Em conjunto, os dados confirmam a raiz tuberosa como droga catártica de ação rápida, rica em glicosídeos de resina e polissacarídeos diagnósticos, para os quais já existem parâmetros farmacopeicos de doseamento. Ao mesmo tempo, evidenciam janela terapêutica estreita, uso empírico com doses não padronizadas, possível efeito antiplaquetário e risco adicional decorrente da substituição por outras espécies de Operculina vendidas como “jalapa”. Conclui-se que O. macrocarpa dispõe de base farmacognóstica promissora para fitoterápicos regulados, mas ainda exige ensaios clínicos, padronização posológica e autenticação botânica rigorosa.
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Amélia Maria Ramos Freire
Universidade Federal do Ceará (UFC), Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Laboratório de Produtos Naturais. Campus do Pici, Pici, CEP 60455-970, Fortaleza, CE, Brasil.
Rafaela Gomes Bezerra
Universidade Federal do Ceará (UFC), Centro de Ciências. Farmácia-Viva / Horto de Plantas Medicinais Professor Francisco José de Abreu Matos, Pici, CEP 60020-181, Fortaleza, CE, Brasil.
Kellen Miranda Sá
Universidade Federal do Ceará (UFC), Faculdade de Farmácia Odontologia e Enfermagem. Rua Capitão Francisco Pedro, 1210, Farmacognosia Rodolfo Teófilo, CEP 60430-370, Fortaleza, CE, Brasil.
Mary Anne Medeiros Bandeira
Universidade Federal do Ceará (UFC), Faculdade de Farmácia Odontologia e Enfermagem. Rua Capitão Francisco Pedro, 1210, Farmacognosia Rodolfo Teófilo, CEP 60430-370, Fortaleza, CE, Brasil.
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1.
Operculina macrocarpa L. Urb. (Convolvulaceae): usos tradicionais, perfil fitoquímico, atividade e segurança farmacológica. Uma revisão narrativa. Rev Fitos [Internet]. 22 de setembro de 2026 [citado 22 de setembro de 2026];20:e1961. Disponível em: https://revistafitos.far.fiocruz.br/index.php/revista-fitos/article/view/1961