Extração de substâncias pécticas do mesocarpo de Passiflora nitida Kunth. Passiforaceae

Juliane Tavares Gomes
Adenilson de Sousa Barroso
Rosa Helena Veras Mourão
Carlos Diego Almeida Monteiro

    Juliane Tavares Gomes

    Universidade Federal do Oeste do Pará, Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental, Rua Vera Paz, Salé, CEP 68035-110, Santarém, PA, Brasil.

    Farmacêutica graduada na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Em 2017, participou como discente voluntária no projeto de controle de qualidade de óleos vegetais em parceria com empresas privadas. De 2018 a 2019, participou como discente voluntária no Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental (LabBBex) no estudo com substâncias pécticas extraídas de fontes alternativas. Em 2019, voluntariou na área de Análises Clínicas no Laboratório Alexander Fleming LTDA, no Hospital Municipal da cidade de Santarém-PA. Interesse pelas áreas de Farmácia clinica, Análises Clínicas e Saúde Pública.

    Adenilson de Sousa Barroso

    Universidade Federal do Oeste do Pará, Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental, Rua Vera Paz, Salé, CEP 68035-110, Santarém, PA, Brasil.

    Mestre em Ciências Ambientais pelo Programa de Pós Graduação em Recursos Naturais da Amazônia (PPGRNA) da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), com graduação em Química Industrial pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Atualmente, exerce o cargo de Técnico de Laboratório área Química, no Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental (LabBBEX) da Ufopa com atividades relacionadas a Cromatografia Gasosa acoplada a Espectrometria de Massas (CG-EM), extração e banco de óleos essenciais, extratoteca, ensaios fitoquímicos e suporte aos alunos de graduação e pós graduação que desenvolvem suas pesquisas no laboratório. Possui experiência docente ministrando aulas de Química Geral, Inorgânica, Analítica, Orgânica, Físico-Química e Física básica experimental, além de atuação em empresas multinacionais de grande porte nas áreas de controle de qualidade e meio ambiente.

    Rosa Helena Veras Mourão

    Universidade Federal do Oeste do Pará, Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental. Rua Vera Paz, Salé, CEP 68035-110, Santarém, PA, Brasil.

    OrcID https://orcid.org/0000-0003-0100-644X

    Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Ceará (1993), mestrado em Bioquímica Vegetal pela Universidade Federal do Ceará (1996) e doutorado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco (2006) com bolsa sanduiche na Universidade Estadual de Campinas sob orientação do Prof. Dr. Mário Saad. Atualmente é profa. adjunto da Universidade federal do oeste do Pará. Tem experiência na área de Bioquímica, com ênfase em Plantas Medicinais, atuando principalmente nos seguintes temas: diabetes, óleos essenciais, atividade antiinflamatória, padronização de extratos e atividade antimicrobiana.

    Carlos Diego Almeida Monteiro

    Universidade Federal do Oeste do Pará, Instituto de Saúde Coletiva. Rua Vera Paz, (Unidade Tapajós), Salé, CEP 68035-110, Santarém, PA – Brasil.

    Atualmente, discente do 7 ° semestre, do curso de farmácia, na Universidade Federal do Oeste Pará, já são 7 semestre realizado academicamente, com isso, estou sempre me atualizando, pois o curso oferece no final um "grande leque" de atuação como profissional.


Palavras-chave

Maracujá-do-mato. Pectina. Subprodutos. Amazônia.

Resumo

Passiflora nitida Kunth. (maracujá-do-mato) é uma espécie nativa do Brasil com ocorrência nas regiões norte, nordeste e centro-oeste. O seu fruto é consumido principalmente in natura, sendo pouco explorado quanto as suas propriedades funcionais. O objetivo deste estudo, foi extrair substâncias pécticas do mesocarpo de Passiflora nitida Kunth. O mesocarpo foi desidratado, triturado e obtido um pó de fina granulação (farinha), o qual, foi caracterizado quanto a granulometria, índice de intumescência, acidez titulável, cinzas e teor de umidade. Para a extração de substâncias pécticas foi utilizado 4g da farinha, em meio ácido. Foi usado o ácido cítrico comercial e suco de limão a 5% a 60ºC e 80ºC por 60 minutos e 120 minutos. Os experimentos foram realizados em triplicata e submetidos à análise de variância. O rendimento de substâncias pécticas com suco de limão por 60 minutos a 80ºC e 120 minutos a 60ºC foi de 17,9% e 14,3%, respectivamente. Para o ácido cítrico comercial, por 60 min a 80ºC e 120 minutos a 60ºC foi de 12,9% e 12,2%, respectivamente. O mesocarpo de Passiflora nitida poderá ser uma fonte para obtenção de substâncias pécticas.  

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Autor(es)

  • Juliane Tavares Gomes
    Universidade Federal do Oeste do Pará, Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental, Rua Vera Paz, Salé, CEP 68035-110, Santarém, PA, Brasil.
  • Adenilson de Sousa Barroso
    Universidade Federal do Oeste do Pará, Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental, Rua Vera Paz, Salé, CEP 68035-110, Santarém, PA, Brasil.
  • Rosa Helena Veras Mourão
    Universidade Federal do Oeste do Pará, Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental. Rua Vera Paz, Salé, CEP 68035-110, Santarém, PA, Brasil.
    https://orcid.org/0000-0003-0100-644X
  • Carlos Diego Almeida Monteiro
    Universidade Federal do Oeste do Pará, Instituto de Saúde Coletiva. Rua Vera Paz, (Unidade Tapajós), Salé, CEP 68035-110, Santarém, PA – Brasil.

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Como Citar

1.
Extração de substâncias pécticas do mesocarpo de Passiflora nitida Kunth. Passiforaceae. Rev Fitos [Internet]. 31 de março de 2020 [citado 30 de julho de 2026];14(1):76-87. Disponível em: https://revistafitos.far.fiocruz.br/index.php/revista-fitos/article/view/917

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