Compartilhando saberes sobre plantas medicinais em escolas da rede pública

Mariot MP;
OrcID
Fischer SZ;
OrcID
Stumpf ERT
OrcID

Márcio Paim Mariot

Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), Campus Pelotas, Visconde da Graça. Av. Ildefonso Simões Lopes, 2791, Arco-Íris, CEP 96060-290, Pelotas, RS, Brasil.

https://orcid.org/0000-0001-5673-9232

Possui bacharelado em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas (1991), Licenciatura em Formação Especial de Professores pela Universidade Católica de Pelotas (1995), mestrado em Fitotecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1993), doutorado em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas (2005) e graduação em Teatro-Licenciatura pela Universidade Federal de Pelotas (2018). Atualmente é professor titular do Instituto Federal Sul-rio-grandense, Campus Pelotas - Visconde da Graça. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Melhoramento Vegetal, atuando principalmente nos seguintes temas: recursos genéticos e plantas medicinais.

Sintia Zitzke Fischer

Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), Campus Pelotas, Visconde da Graça. Av. Ildefonso Simões Lopes, 2791, Arco-Íris, CEP 96060-290, Pelotas, RS, Brasil.

https://orcid.org/0000-0002-2518-7372

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Pelotas (2003), mestrado em Ciências (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Pelotas (2006) e doutorado em Agronomia pelo Programa de Pós-graduação em Sistemas de Produção Agrícola Familiar na Universidade Federal de Pelotas (2012). Durante o período de doutorado realizou estágio para doutorandos com apoio do DAAD (Deutscher Akademicher Austauschdients - Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico) na Universidade Hochschule Weihenstephan-Triesdorf (Freising/Alemanha). Atuou como autônoma/responsável técnica na produção de plantas ornamentais em produtores da região de Pelotas. Atualmente é professora do Instituto Federal Sul-rio-grandense/Câmpus Pelotas - Visconde da Graça, no curso Técnico em Agropecuária. Atua nas áreas de paisagismo, plantas ornamentais, medicinais e olerícolas, produção orgânica, agricultura geral e recursos genéticos vegetais.

Elisabeth Regina Tempel Stumpf

Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), Campus Pelotas, Visconde da Graça. Av. Ildefonso Simões Lopes, 2791, Arco-Íris, CEP 96060-290, Pelotas, RS, Brasil.

https://orcid.org/0000-0002-1184-0596

Elisabeth Regina Tempel Stumpf concluiu o Curso de Agronomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1981. Obteve o título de mestre em Produção Vegetal pelo Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Federal de Pelotas. Em 2001 concluiu o curso de Formação Pedagógica de Docentes pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas. Trabalhando com potencial ornamental de espécies nativas do Rio Grande do Sul, obteve o título de Doutor em Produção Vegetal pelo Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Federal de Pelotas, com a tese intitulada Floricultura regional e potencialidade ornamental de plantas nativas do sul do Rio Grande do Sul. Foi bolsista pós-doutor Junior do CNPq, com projeto intitulado Recursos fitogenéticos nativos do Rio Grande do Sul com potencial ornamental: da prospecção ao uso produtivo. Com monografia versando sobre a inserção da responsabilidade ambiental no planejamento de eventos, obteve o título de especialista em gestão de eventos com ênfase organizacional e institucional pela FATEC/SENAC. E editora de área nas Revistas Thema e Ornamental Horticulture e revisora de diversos outros periódicos científicos. É professora do Câmpus Pelotas - Visconde da Graça do IFSul. Atua nas áreas de floricultura, paisagismo e plantas ornamentais nativas. E-mail para contato: elisabethstumpf@ifsul.edu.br


Palavras-chave

Plantas bioativas
Educação
Projeto comunitário
  • Resumo

    A busca das pessoas pelo conhecimento sobre plantas medicinais é crescente devido ao aumento no uso deste recurso para o tratamento de doenças, o que mostra a necessidade de ações educativas para identificação e uso correto destas espécies. Assim, com o objetivo de atender a demanda por qualificação sobre plantas medicinais, foi criado o projeto de extensão “ECOFARMA: compartilhando saberes sobre plantas medicinais”, realizado em duas escolas, de Pelotas e Canguçu, no Rio Grande do Sul. As ações envolveram oficinas que abordaram desde a identificação botânica das plantas, cultivo, até as formas de uso. Os estudantes mostraram interesse e participaram ativamente das ações propostas, o que proporcionou um maior aprendizado para eles, além de se tornarem multiplicadores do conhecimento sobre plantas medicinais junto às famílias e comunidade em que vivem.

  • Referências

    1. Sales AD, Alencar CMM. Produção e uso de plantas medicinais como processo pedagógico de educação ambiental. Rev Gest Sust Ambient. 2019; 8(4): 468-88. [acesso em: 28 abr. 2023]. [https://portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br/index.php/gestao_ambiental/article/view/6428].
    2. Lorenzi H, Matos FJA. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2ª ed. Nova Odessa: Plantarum; 2008. ISBN: 9788586714283.
    3. Lameira AO, Pinto JEBP. Plantas medicinais: do cultivo, manipulação e uso à recomendação popular. Belém: Embrapa; 2008. ISBN: 9788587690722.
    4. Velloso CC, Peglow K. Plantas medicinais. Porto Alegre: EMATER/RS-ASCAR; 2003. (Coleção: Aprendendo a Fazer Melhor, nº 4).
    5. Barbosa FR, Silva CSB, Carvalho GKL. Uso de inseticidas alternativos no controle de pragas agrícolas [online]. Petrolina: Embrapa Semiárido; 2006. [acesso em: 28 abr. 2023]. https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CPATSA/33455/1/SDC191.pdf].
    6. Loureiro CTPV, Lobino MGF. A abordagem da fitoterapia para a alfabetização científica em um projeto de horta nos anos finais do ensino fundamental. Rev Fitos. 2022; 15(Supl1): 8-21. [acesso em: 28 abr. 2023]. [https://doi.org/10.32712/2446-4775.2022.1170].

Como citar

1.
Mariot MP, Fischer SZ, Stumpf ERT. Compartilhando saberes sobre plantas medicinais em escolas da rede pública. Rev Fitos [Internet]. 16º de janeiro de 2024 [citado 3º de março de 2024];18(Suppl. 2):e1578. Disponível em: https://revistafitos.far.fiocruz.br/?journal=revista-fitos&page=article&op=view&path[]=1578

Autor(es)

  • Márcio Paim Mariot
    Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), Campus Pelotas, Visconde da Graça. Av. Ildefonso Simões Lopes, 2791, Arco-Íris, CEP 96060-290, Pelotas, RS, Brasil.
    https://orcid.org/0000-0001-5673-9232
  • Sintia Zitzke Fischer
    Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), Campus Pelotas, Visconde da Graça. Av. Ildefonso Simões Lopes, 2791, Arco-Íris, CEP 96060-290, Pelotas, RS, Brasil.
    https://orcid.org/0000-0002-2518-7372
  • Elisabeth Regina Tempel Stumpf
    Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), Campus Pelotas, Visconde da Graça. Av. Ildefonso Simões Lopes, 2791, Arco-Íris, CEP 96060-290, Pelotas, RS, Brasil.
    https://orcid.org/0000-0002-1184-0596

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