Atividade antioxidante do óleo essencial de Myrcia sylvatica (G. Mey.) DC. por diferentes métodos de análises antioxidantes (ABTS, DPPH, FRAP, β-caroteno/ácido linoleico)

Silva, L A d;
Raposo, J D A;
Campos, L P G;
Conceição, E C d;
Oliveira, R B d;
Mourão, , R. H. V.

Leomara Andrade da Silva

Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas-INPA, Laboratório de Bioprospecção e Biotecnologia. Av. André Araújo, 2.936, Petrópolis, CEP: 69067-375, Manaus, AM, Brasil.

http://orcid.org/0000-0001-6081-2623

Graduada em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas (UFPA) e mestre em Ciências Ambientais pelo Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais da Amazônia (UFOPA). Atuou com pesquisas no Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental (LabBBEx - UFOPA), com experiência em bioprospecção de produtos naturais, principalmente com os temas: plantas medicinais e/ou aromáticas. Atualmente, doutoranda em botânica no Instituto Nacional de Pesquisas investigando o potencial biológico e químico de extratos vegetais.

Juliana Divina Almeida Raposo

Universidade Federal de Minas Gerais, Pampulha, CEP: 31270-901, Belo Horizonte, MG, Brasil.

http://orcid.org/0000-0003-4442-8351

Graduação em Licenciatura em Química pela Universidade Federal de Viçosa (2008), graduação em Bacharel em Química pela Universidade Federal de Viçosa (2009) e mestrado em Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (2010). Atualmente é química da Universidade Federal do Oeste do Pará e doutoranda em Química pela Universidade Federal do Pará. Tem experiência na área de Química, com ênfase em Desenvolvimento de Métodos Análiticos e em Química dos Produtos Naturais, atuando principalmente nos seguintes temas: preparo de amostra, cromatografia líquida, cromatografia gasosa/espectrometria de massas, óleos essenciais, metabólitos secundários de plantas medicinais e aromáticas.

Laila Portil Garcino Campos

Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Farmácia, Av. Universitária com 1ª Avenida s/n, Setor Universitário, CEP: 74605-220, Caixa - postal: 31, Goiânia, GO, Brasil.

http://orcid.org/0000-0002-9491-9223

Estudante de graduação em Farmácia na Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Goiás. Atualmente é estudante de Iniciação Científica no Laboratório de PD&I de Bioprodutos/LPPN, desenvolvendo o projeto " INVESTIGAÇÃO DE DIFERENTES MECANISMOS DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DAS CASCAS DOS FRUTOS DE Myrciaria cauliflora (Mart.) O. Berg."

Edemilson Cardoso da Conceição

Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Farmácia, Av. Universitária com 1ª Avenida s/n, Setor Universitário, CEP: 74605-220, Caixa - postal: 31, Goiânia, GO, Brasil.

http://orcid.org/0000-0003-4113-2686

Graduado em Farmácia pela Faculdade de Farmácia da UFG. Mestrado, Doutorado e Pós Doutorado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de São Paulo. Professor associado nível 3 na Faculdade de Farmácia da UFG. Bolsista de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora do CNPq. Possui experiência nas áreas de Farmácia e Desenvolvimento de Produtos, atuando principalmente nos seguintes temas: a) Pesquisa, desenvolvimento e inovação de Bioprodutos; b) Operações unitárias aplicadas na padronização de matérias-primas de origem vegetal, biotecnológica e sintética; c) Tecnologias Fitofarmacêutica e Fitocosmética. É orientador de mestrado e doutorado no Programa de Pós Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFG (Goiás), Programa de Pós Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFPA (Pará) e Programa de Pós Graduação em Inovação Farmacêutica da rede: UFG (Goiás), UFPA (Pará), UFAM (Amazonas) e UNIFAP (Amapá). Colaborador no Programa de Pós Graduação em Ciências Farmacêuticas da UNIFAP (Amapá).

Ricardo Bezerra de Oliveira

Universidade Federal do Oeste do Pará, Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental (LabBBEx), Unidade Amazônia, Av. Vera Paz s/n, Salé, 68040-070, Santarém, PA, Brasil.

http://orcid.org/0000-0003-4526-2146

Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal do Pará (1991), mestrado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994) e doutorado em Neurociências e Biologia Celular pela Universidade Federal do Pará (2007). Atualmente é professor adjunto IV da Universidade Federal do Oeste do Pará - UFOPA. Tem experiência na área de Biofísica, com ênfase em Meio Ambiente, neuroanatomia e farmacologia atuando principalmente nos seguintes temas: neurocomportamento animal, poluição por metais e farmacologia de plantas medicinais.

Rosa Helena Veras Mourão

Universidade Federal do Oeste do Pará, Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental (LabBBEx), Unidade Amazônia, Av. Vera Paz, s/n, Salé, 68040- 070, Santarém, PA, Brasil.

http://orcid.org/0000-0003-0100-644X

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Ceará (1993), mestrado em Bioquímica Vegetal pela Universidade Federal do Ceará (1996) e doutorado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco (2006) com bolsa sanduiche na Universidade Estadual de Campinas sob orientação do Prof. Dr. Mário Saad. Atualmente é profa. adjunto da Universidade federal do oeste do Pará. Tem experiência na área de Bioquímica, com ênfase em Plantas Medicinais, atuando principalmente nos seguintes temas: diabetes, óleos essenciais, atividade antiinflamatória, padronização de extratos e atividade antimicrobiana.


Palavras-chave

óleo essencial
atividade antioxidante
Myrcia sylvatica
plantas aromáticas.

Resumo

Entre as várias espécies que possuem ampla diversidade para atividades biológicas, estão as da família Myrtaceae, que apresentam alto teor de óleo essencial. Em virtude da carência de estudos com atividade antioxidante do gênero Myrcia (Myrtaceae), o objetivo deste trabalho foi avaliar a capacidade antioxidante do óleo essencial de folhas frescas de Myrcia sylvatica (OEMS) por meio dos métodos de captura de radical livre (DPPH e ABTS) e pela auto-oxidação do FRAP e do sistema β-caroteno/ácido linoleico, comparando a padrões trolox e BHA como referências. A capacidade antioxidante pelo método DPPH apresentou IC50 de 1,94 ± 0,12 mg/mL em 60 minutos de reação. Pelo método ABTS, apresentou atividade antioxidante correspondente a 32,85 ± 0,86 µM de trolox/g de OEMS. Pelo método FRAP apresentou Z de 193,47 ± 2,63 de µM de sulfato ferroso/g de OEMS, em 45 minutos de reação. No teste de β-caroteno/ácido linoleico, o OEMS (4 mg/mL) inibiu 26,1% da oxidação do β-caroteno em 120 min de reação. O óleo essencial de M. sylvatica apresentou baixa atividade antioxidante, sendo pouco eficaz comparativamente às referências, mesmo que testado por mais de um mecanismo.


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