Obtenção e avaliação de sistemas micelares contendo extrato de frutos do oiti (Licania tomentosa (Benth.) Fritsch)

Ramos Y., J.,é
da Silva N., Q.,
da Costa-Oliveira C.,
Pereira R.,á A.,
Motta M., D.,
Cerqueira-Silva L.ér. C. R.

Ygor Jessé Ramos

Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro (IPJBRJ), Centro de Responsabilidade Socioambiental. Rua Pacheco Leão - até 914/915, Jardim Botânico, CEP 22460-030 , Rio de Janeiro, RJ - Brasil.

http://orcid.org/0000-0003-4443-1008

Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é doutorando e mestre em Biologia Vegetal pela UERJ/Farmanguinho - FIOCRUZ na área de plantas medicinais e metabolismo secundário. Especialista em Gestão da Inovação de Fitomedicamento - FIOCRUZ/Farmaguinhos. Membro do Grupo Técnico de Práticas Integrativas e Complementares do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro (CRF/RJ) há três anos. Participa dos projetos de Extensão Permanente do Farmácia da Terra - UFBA. Possui atuação como pesquisador colaborador e docente do Centro de Responsabilidade Socioambiental do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Professor do curso de Farmácia da Universidade Castelo Branco (UCB). 

Neilson Queiroz da Silva

Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Farmácia, Departamento de Farmácia. Rua Barão de Geremoabo, S/N, Campus Universitário de Ondina, Ondina, CEP 40170-290, Salvador, BA, Brasil.

http://orcid.org/0000-0003-1802-0168

Claudete da Costa-Oliveira

FIOCRUZ, Instituto de Tecnologia em Fármacos-Farmanguinhos, Avenida Comandante Guaranys, 447, Jacarepaguá, CEP 22775-903, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

http://orcid.org/0000-0002-8648-4442

Possui graduação em FARMÁCIA pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993). Atualmente realiza estagio no laboratório de Produtos Naturais com o professor Davyson Moreira Lima em Farmanquinhos. . Tem experiência na área de Farmácia, com ênfase em Gerência Farmacêutica, atuando principalmente nos seguintes temas: farmácia hospitalar, farmácia hospitalar, dose unitária, nutrição e medicamento.

Rudá Antas Pereira

Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro (IPJBRJ), Centro de Responsabilidade Socioambiental. Rua Pacheco Leão - até 914/915, Jardim Botânico, CEP 22460-030, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

http://orcid.org/0000-0001-6164-6479

Possui graduação em Farmácia pela Universidade Estácio de Sá(2014) e curso-tecnico-profissionalizante em Técnico em Óptica pela SENAC(2005).

Milleno Dantas Motta

Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Farmácia, Departamento de Farmácia. Rua Barão de Geremoabo, S/N, Campus Universitário de Ondina, Ondina, CEP 40170290, Salvador, BA, Brasil.

http://orcid.org/0000-0002-9306-2088

Lidércia Cavalcanti Ribeiro Cerqueira-Silva

Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Farmácia, Departamento de Farmácia. Rua Barão de Geremoabo, S/N, Campus Universitário de Ondina, Ondina, CEP 40170290, Salvador, BA, Brasil

http://orcid.org/0000-0003-2522-410X

Possui graduação em Farmácia Bioquímica com opção em Análises Clínicas e Saúde Pública (1981) e em Farmácia Industrial (1984) pela Universidade Federal da Bahia, mestrado em Ciências Agrárias, área de concentração - Fitotecnia pela Universidade Federal da Bahia (1983), doutorado em Química Analítica pela Universidade Federal da Bahia (2009). É Professora Titular da matéria, Farmacotécnica e Cosmetologia da Faculdade de Farmácia, membro permanente da Pós-Graduação em Biotecnologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia onde também orienta no Programa. Têm experiência na área de Farmacotécnica, Cosmetologia e Química, estudando o desenvolvimento de sistemas de liberação de bioativos das plantas com finalidade medicamentosa e ou cosméticas. Possui experiência em gestão acadêmica, tais como, chefia de colegiado de Graduação, Comissão Permanente de Pessoal Docente e representações em órgãos da administração, colegiado de curso e do CONSEPE da UFBA. Membro avaliador dos cursos de Farmácia da Universidade do Estado da Bahia- UNEB. Foi coordenadora do curso de Pós-Graduação, lato sensu, UFBA- Racine. Atualmente coordena o Projeto de Extensão de caráter permanente, Produção e desenvolvimento de medicamentos Alopáticos, Fitoterápicos e Fitocosméticos.


Palavras-chave

Organogel. Emulsion. Formulation. Stability.
Organogel
Emulsão
Formulação
Estabilidade

Resumo

O objetivo deste trabalho foi desenvolver e caracterizar formulações de sistemas micelares, organogéis e emulsões (O/A), veiculados ou não ao extrato etanólico do fruto do oiti [Licania tomentosa (Benth.) Fritsch], visando seu uso tópico. Estas foram analisadas quanto as suas características organolépticas, macroscópicas e microscópicas. Testes para estabilidade acelerada, ótica, distribuição, tamanho de gotas e potencial zeta foram realizados, assim como avaliações in vitro de espalhabilidade e textura. Os organogéis e emulsões de oiti, veiculados ou não, se mantiveram estáveis, dentro da sua faixa ideal de pH; tendo suas características sensoriais apreciáveis por até 90 dias, demonstrando que é possível o desenvolvimento de sistemas organogéis e emulsões a partir do extrato etanólico do pericarpo do oiti, brindando fatores sensoriais que valorizam a flora brasileira, como matéria prima para produção de cosméticos. 


Referências

  1. Prance GT, Sothers C. Licania in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: [Link]. Acesso em: 5 jun. 2014.
  2. Almeida DN, Rondon Neto RM. Análise da arborização urbana de três cidades da região norte do Estado de Mato Grosso. Acta Amaz. 2010; 40(4): 647-656. ISSN 0044-5967. [CrossRef].
  3. Nepomuceno R. O Jardim de D. João: a aventura da aclimatação das plantas asiáticas à beira da lagoa e o desenvolvimento do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que vence dois séculos de umidade, enchentes, transformações da cidade, novos padrões científicos e mantém-se exuberante, com seus cientistas e suas árvores. 2ª ed. Rio de Janeiro: Casa das Palavras; 2008. ISBN-13: 9788577340835.
  4. Souza PE, Silva LMM, Sousa FC, Martins JJA, Gomes JP. Características físicas e físico-químicas dos frutos de oiti. Tecnol Cien Agropec. 2013; 7(12): 39-43. [Link].
  5. Monteiro KL, Oliveira C, Silva-Silva BM, Môro FV, Carvalho DA. Caracterização morfológica de frutos, de sementes e do desenvolvimento pós-seminal de Licania tomentosa (Benth.) Fritsch. Cien Rural. 2012; 42(1): 90-97. ISSN 0103-8478. [CrossRef].
  6. Pessoa PI, Lopes Neto JJ, Almeida TS, Farias DF, Vieira LR, Medeiros JL, et al. Polyphenol Composition, Antioxidant Activity and Cytotoxicity of Seeds from Two Underexploited Wild Licania Species: L. rigida and L. tomentosa. Molecules. 2016; 21(12): 1755. ISSN 1420-3049. [CrossRef].
  7. Feitosa EA, Xavier HS, Randau KP. Chrysobalanaceae: traditional uses, phytochemistry and pharmacology. Braz J Pharmacogn. Sept./Oct. 2012; 22(5): 1181-1186. ISSN 0102-695X. [CrossRef].
  8. Macedo JBM. Capacidade antioxidante in vitro e avaliação da toxicidade aguda in vivo de extratos de folhas de Licania rigida Benth., Licania tomentosa (Benth.) Fritsch e Couepia impressa Prance (Chrysobalanaceae). Natal, RN. 104f. Dissertação de Mestrado [Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas], Universidade Federal do Rio Grande do Norte. UFRN, 2011. [Link].
  9. Castilho RO, Kaplan MAC. Volatile components of oiti fruit (Licania tomentosa Benth.). Rec Nat Prod. 2010; 4(4): 238-241. ISSN 1307-6167. [Link].
  10. Castilho RO, Oliveira RR, Kaplan MAC. Licanolide, a new triterpene lactone from Licania tomentosa. Fitoterapia. 2005; 76(6): 562-566. ISSN 0367-326X. [CrossRef].
  11. Castilho RO, Kaplan MAC. Constituintes químicos de Licania tomentosa Benth. (Chrysobalanaceae). Quim Nova. 2008; 31(1) 66-69. ISSN 1678-7064. [CrossRef].
  12. Fernandes J, Castilho RO, Costa MR, Wagner-Souza K, Kaplan MAC, Gattassa CR. Pentacyclic triterpenes from Chrysobalanaceae species: cytotoxicity on multidrug resistant and sensitive leukemia cell lines. Cancer Letter. 2003; 190(2): 165-169. ISSN 0304-3835. [CrossRef].
  13. Farias DF, Souza TM, Viana MP, Soares BM, Cunha AP, Vasconcelos IM et al. Antibacterial, Antioxidant, and Anticholinesterase Activities of Plant Seed Extracts from Brazilian Semiarid Region. BioMed Res Inter. 2013; 2013: 1-9. [CrossRef].
  14. Silva JBNF, Menezes IRA, Coutinho HDM, Rodrigues FFG, Costa JGM, Felipe CFB. Antibacterial and antioxidant activities of Licania tomentosa (Benth.) Fritsch (Crhysobalanaceae). Arch Biol Sci. 2012; 64(2): 459-464. ISSN 1821-4339. [CrossRef].
  15. Teixeira LL, Silva GA, Macedo JBM, Almeida MG, Moura MFV. Physicochemical Characterization and Phenolic Profile of oiti Fruits Licania tomentosa Benth Fristch. J Nutr Food Technol. 2019, 2, 7-12. [CrossRef].
  16. Miranda MM, Gonçalves JLS, Romanos MTV, Silva FP, Pinto L, Silva MH, et al. Anti-herpes simplex virus effect of a seed extract from the tropical plant Licania tomentosa (Benth.) Fritsch (Chrysobalanaceae). Phytomedicine. 2002; 9(7): 641-645. ISSN 0944-7113. [CrossRef].
  17. Marques THC, Santos PSD, Freitas RMD, Carvalho RBFD, Melo CHSD, David JPDL et al. Atividade anticolinesterásica e perfil químico de uma fração cromatográfica ativa do extrato etanólico das flores Bellis perennis L.(Asteraceae), Quím Nova. 2013; 36(4): 549-553. ISSN 0100-4042. [CrossRef].
  18. Pereira NP, Dourado D. The profile of Brazilian agriculture as source of raw material to obtain organic cosmetics. J Pharm Pharmacogn Res. 2017; 5: 165-166. ISSN 0719-4250. [Link].
  19. Ansel HC, Popovich NG, Loyd VO. Farmacotécnica: formas farmacêuticas & sistemas de liberação de fármacos. 9ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. ISBN-13: 9788565852845.
  20. Aulton ME. Delineamento de formas farmacêuticas. 2a ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. ISBN-13: 9788536301525.
  21. Buck P. Skin barrier function: effect of age, race and inflammatory disease. Inter J Aromath. 2004; 14(2): 70-76. ISSN 0962-4562. [CrossRef].
  22. Pimentel LF, Jacome Junior AT, Mosqueira VCF, Santos-Magalhães NS. Nanotecnologia farmacêutica aplicada ao tratamento da malária. Rev Bras Cien Farm. 2007; 43(4): 503-514. ISSN 1516-9332. [CrossRef].
  23. Sakata S, Uchida K, Kaetsu I, Kita Y. Programming control of intelligent drug releases in response to single and binary environmental stimulation signals using sensor and electroresponsive hydrogel. Rad Physics Chem. 2007; 76(4): 733-737. ISSN 0969-806X. [CrossRef].
  24. Allen Jr LV. The History of Lecithin Pluronic Organogel. Inter J Pharm Compoun. 2003; 7(3): 180-182. [Link].
  25. Jesus PC, João JJ, Silva PLF, Burlin G, Nascimento MG. Organo-gel: um novo sistema para a imobilização de lipases e sua aplicação em síntese orgânica. Quím Nova. 1997; 20(6): 664-672. ISSN 1678-7064. [CrossRef].
  26. Raut AS, Bhadoriyaa SS, Uplanchiwara V, Mishrab V, Gahanea A, Jain SK. Lecithin organogel: a unique micellar system for the delivery of bioactive agents in the treatment of skin aging. Acta Pharm Sinica B. 2012; 2(2): 8-15. ISSN 2211-3835. [CrossRef].
  27. Willimann H, Walde P, Luisi PL, Gazzaniga A, Stroppolo F. Lecithin organogel as matrix for transdermal transport of drugs. J Pharm Sci. 1992; 81(9): 871-874. [CrossRef].
  28. Prista LNC, Morgado R. Tecnologia farmacêutica e farmácia galênica. 2ª ed. v. 2, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2008. ISBN: 9789723109757.
  29. Zanin SMW, Miguel MD, Chimelli M, Dalmaz AC. Parâmetros físicos no estudo da estabilidade das emulsões. Rev Visão Acad. 2001; 2(2): 47-58. ISSN 1518-8361. [CrossRef].
  30. International Conference on Harmonization - ICH; Q1AR2, Guidance for Industry - Stability Testing of New Drug Substances and Products. 2003, Rev. 2. Disponível em: [Link]. Acesso em: 10 jan. 2019.
  31. Roland I, Piel G, Delattre L, Evrard B. Systematic characterization of oil-in-water emulsions for formulation design. Inter J Pharm. 2003; 263(16): 85-94. ISSN 0378-5173. [CrossRef].
  32. Bachhav YG, Patravale VB. SMEDDS of glyburide: formulation, in vitro evaluation, and
  33. stability studies. AAPS PharmSciTech. 2009; 10(2): 482-487. ISSN 1530-9932. [CrossRef].
  34. Knorst MT. Desenvolvimento tecnológico de uma forma farmacêutica plástica contendo extrato concentrado de Achyrocline satureoides (lam.) DC. Compositae (marcela). Porto Alegre, 1991. 228p. Dissertação de Mestrado [Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas], Universidade Federal do Rio Grande do Sul. [Link].
  35. Krambeck K. Desenvolvimento de preparações cosméticas contendo vitamina C. Porto, 2009. 96p. Dissertação de Mestrado [em Tecnologia Farmacêutica], Universidade do Porto. Portugal. [Link].
  36. List PH, Schmidt PC. Phytopharmaceutical technology. North American ed. Boca Raton, Florida: CRC Press; 1989. ISBN: 0849377099.
  37. Ramalho VC, Jorge N. Antioxidantes utilizados em óleos, gorduras e alimentos gordurosos. Quím Nova, 2006; 29(4): 755-760. ISSN 1678-7064. [CrossRef].
  38. Frange RCC, Garcia MTJ. Desenvolvimento de emulsões óleo de oliva/água: avaliação da estabilidade física. Rev Cien Farmac Básica Apl. 2010; 30(3): 263-271. ISSN 1808-4532. [Link].
  39. Castagnaro D, Gadotti G, Canabarro IM, Tagliari MP, Silva MAS. Estabilidade físico-química de formulações para nutrição parenteral neonatal manipuladas em hospital universitário. Rev Cien Farmac Básica Apl. 2013; 34(2) 275-280. [Link].
  40. Ruiz MA, Clares B, Morales ME, Gallardo V. Preparation, rheological study, and characterization of an organogel as a system for transdermal release of active principles. Pharmac Tevelop Technol. 2007; 12(6) 637-644. [CrossRef] [PubMed].
  41. Segger D, Aßmus U, Brock M, Erasmy J, Finkel P, Fitzner A, et al. Multicenter study on measurement of the natural pH of the skin surface. Inter J Cosmetic Scie. 2008; 30(1): 75. [CrossRef].
  42. Leonardi GR, Gaspar LR, Campos PMBGM. Estudo da variação do pH da pele humana exposta à formulação cosmética acrescida ou não das vitaminas A, E ou de ceramida, por metodologia não invasiva. An Bras Dermatol. 2002; 77(5): 563-569. ISSN 1806-4841. [CrossRef].
  43. Kumar R, Katare OP. Lecithin organogels as a potential phospholipid-structured system for topical drug delivery: a review. AAPS PharmSciTech. 2005; 6(2): 298-310. ISSN 1530-9932. [CrossRef].
  44. Oliveira AG. Caracterização da Distribuição do Tamanho de Gotas em Emulsões Água e Óleo Utilizando Diferentes Técnicas de Medição. Itajubá, 2010. 144p. Dissertação de Mestrado [Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica], Instituto de Engenharia Mecânica, Universidade Federal de Itajubá/MG. [Link].
  45. Gouveia MA. Obtenção e caracterização de dispersões sólidas de nimesulida. São Paulo, 2011. 128p. Mestrado [Programa de Pós-Graduação em Fármaco e Medicamentos], Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo/SP. [Link].
  46. Lieberman HA, Rieger MM, Banker GS. Pharmaceutical dosage forms: disperse systems, v. 2. New York: Marcel Dekker; 1989. ISBN: 9780824797133. [Link].
  47. Netz PA, Ortega G. Fundamentos de físico-química: uma abordagem conceitual para ciências farmacêuticas. Porto Alegre: Artmed; 2002. ISBN: 9788536300092.
  48. Almeida IFM. Desenvolvimento e caracterização de oleogeles, Porto, 2002. 221p. grau de Mestrado [Tecnologia Farmacêutica], Faculdade de Farmácia, Universidade do Porto. Portugal. [Link].
  49. Borghetti GS, Knorst MT. Desenvolvimento e avaliação da estabilidade física de loções O/A contendo filtros solares. Rev Cien Farmac Bas Apl. 2006; 42: 531-537. ISSN 1516-9332. [CrossRef].
  50. Pereira NP. Estudo fitoquímico do óleo da semente de [Camomilla recutita (L.) Rauschert] camomila, com avaliação de propriedades físico-químicas, biológicas e funcionais em emulsões. Curitiba, 2008. 192p. Tese de Doutorado [Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas], Setor de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Paraná. [Link].
  51. Dumortier G, Grossiord JL, Agnely F, Chaumeil JC. A review of poloxamer 407 pharmaceutical and pharmacological characteristics. Pharmac Res. 2006; 23(12): 2709-2728. ISSN 1573-904X. [CrossRef].
  52. Cuenca CMR. Micelas poliméricas termo reversíveis como sistemas para liberação modificada de fármacos por via tópica. Santo André, 2013. Trabalho de Conclusão de Curso [Curso de Graduação em Química], Centro de Ciências Naturais e Humanas, Universidade Federal do ABC. [Link].