Modelagem Farmácias Vivas-Jardins terapêuticos para implantação em Serviços de Atenção Primária à Saúde no SUS

Barros, N F d;
Carnevale, , R. C.

Nelson Filice de Barros

Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Saúde Coletiva, Laboratório de Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas em Saúde – LAPACIS/UNICAMP, Rua Tessália Vieira de Camargo, 126, Cidade Universitária Zeferino Vaz, Barão Geraldo, CEP 13083-887, Campinas, SP, Brasil.

https://orcid.org/0000-0002-2389-0056

Professor Livre-docente da Área de Ciências Sociais Aplicadas á Saúde e coordenador do Laboratório de Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas em Saúde (LAPACIS), do Departamento de Saúde Coletiva, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas (DSC/FCM/Unicamp). Graduado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1990-1993), especializado em Sociologia da Saúde no DSC/FCM/Unicamp (1994), onde também obteve os títulos de Mestre (1997), Doutor (2002) e Livre-Docente (2013). Na FCM/Unicamp exerceu cargo de chefe adjunto do Departamento de Saúde Coletiva (2010-2012) e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (2014-2016; 2018-atual). Realizou pós-doutorado na Universidade de Leeds/UK (2006-2007) e Estágio Sênior na Universidade de Londres/UK (2017). Secretário/Tesoureiro do Research Committee 15 Sociology of Health/ International Sociological Association (2018-2022). Integrante da Diretoria do Consórcio Acadêmico Brasileiro para Saúde Integrativa - Ministério da Saúde do Brasil/BIREME/OPAS/OMS (2018-2020). Membro da DIPEx Brasil: Saúde e Cuidado: compartilhando histórias. Desenvolve pesquisa em Estudos Culturais em Saúde; Sociologia da Saúde; Sociologia das Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas em Saúde; Métodos e Técnicas de Pesquisa Qualitativa; Ensino das Ciências Sociais na Área da Saúde; e Saúde Coletiva.

Renata Cavalcanti Carnevale

Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Saúde Coletiva, Laboratório de Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas em Saúde – LAPACIS/UNICAMP, Rua Tessália Vieira de Camargo, 126, Cidade Universitária Zeferino Vaz, Barão Geraldo, CEP 13083-887, Campinas, SP, Brasil.

https://orcid.org/0000-0003-0110-3004

Doutora em Saúde Coletiva na área de Ciências Sociais em Saúde em 2018 pela Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP em projeto sobre a Farmácia Viva. Mestra em Ciências Médicas na área de concentração Ciências Biomédicas pela Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP em 2012 (Bolsista FAPESP e CAPES) e especialista em Homeopatia pelo Instituto Lamasson em 2012. Possui graduação em Ciências Farmacêuticas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2003). Atualmente é pesquisadora do LAPACIS/ UNICAMP (Laboratório de Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas em Saúde), coordenadora da Liga de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da UNICAMP, coordenadora associada do Grupo de Plantas Medicinais e Fitoterapia/ LAPACIS/ UNICAMP e coordenadora do Grupo de Trabalho técnico de Plantas medicinais e fitoterapia do CRF seccional Campinas/ SP. Trabalhou de 2013 a 2020 como docente das disciplinas de Fitoterapia e Plantas Medicinais, Farmacobotânica, Farmacognosia, Ciências Morfofuncionais, Farmácia social no curso de Graduação em Farmácia do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ). De 2019 a 2020 atuou como Assessora da Coordenação do Curso de Graduação em Farmácia da UniFAJ. De 2015 a 2020 atuou como docente responsável pelo Estágio obrigatório do Curso de Farmácia da UNIFAJ e de 2017 a 2020 como coordenadora do Projeto Farmácia Viva UNIFAJ na Interclínicas/ UNIFAJ. Trabalhou de 2003 a 2009 como monitora de pesquisa clínica em indústrias farmacêuticas (Aventis Pharma, Novartis Biociências e Bristol Myers Squibb), em empresas de consultoria na área de pesquisa clínica (PPD, Vigiun). Neste período também trabalhou como assistente de Garantia de qualidade na Medley Indústria farmacêutica. No final de 2009 e início de 2010, trabalhou como coordenadora de centro de pesquisa clínica, no Hospital e Maternidade Celso Pierro, e fez estágio no Hospital Dia da UNICAMP. Trabalhou em Farmácias de Manipulação e Homeopatia em 2012 e 2013.


Resumo

O objetivo da Modelagem Farmácias Vivas-Jardins Terapêuticos para Implantação em Serviços de Atenção Primária à Saúde no SUS é fornecer um passo-a-passo, com linguagem clara e direta, para aqueles que tenham interesse em implantar e implementar o uso de plantas medicinais em serviços de Atenção Primária à Saúde (APS). A Modelagem está dividida em 6 módulos: 1) História da Regulamentação das Plantas Medicinais, Fitoterápicos e Farmácias Vivas no Brasil; 2) Etapas para implantação de uma Farmácia Viva-Jardim Terapêutico; 3) Benefícios da Farmácia Viva-Jardim Terapêutico nos serviços de Atenção Primária à Saúde; 4) Desafios para implantação e manutenção da Farmácia Viva-Jardim Terapêutico; 5) Estratégias de fortalecimento da Farmácia Viva-Jardim Terapêutico nos serviços de saúde e no município; 6) Formação de Rede de Cuidado nos Territórios. É uma grande alegria poder contribuir com a disseminação do uso das plantas medicinais, por meio desta Modelagem. É certo que se entrarmos em um serviço de saúde e nele sentirmos os cheiros das plantas medicinais poderemos resgatar histórias e construir novas narrativas sobre o processo de saúde-doença-cuidado, promovendo uma melhor compreensão das formas de produzir e manejar a saúde com a beleza e riqueza das plantas medicinais.


Referências

  1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 92 p. - (Série B. Textos Básicos de Saúde). ISBN 85-334-1208-8. [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnpic.pdf].
  2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica. Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 60 p. – (Série B. Textos Básicos de Saúde). ISBN 85-334-1092-1. [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_fitoterapicos.pdf].
  3. Brasil. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria nº 886, de 20 de abril de 2010. Institui a Farmácia Viva no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: Ministério da Saúde, 2010. [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2010/prt0886_20_04_2010.html].
  4. Carnevale RC. Fronteiras da implantação e implementação da farmácia viva no Brasil. Campinas, SP. 2018. Tese de Doutorado [Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva] - Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Campinas, SP. 2018. [https://hdl.handle.net/20.500.12733/1634009].
  5. Santos BS. Para uma sociologia das ausências e uma sociologia das emergências. Rev Crít Ciên Soc. 2002; 63(63): 237-80. [https://doi.org/10.4000/rccs.1285].
  6. Barros N. Cuidado emancipador. Saúde Soc. 2021; 30(1): 1-10. [https://doi.org/10.1590/S0104-12902021200380].

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