A Rede de Inovação em Medicamentos da Biodiversidade – RedesFito

Villas Boas, , G. d. K.

Glauco de Kruse Villas Boas

Fundação Oswaldo Cruz – Farmanguinhos, Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde - NGBS, Rio de Janeiro, Brasil

Doutor em Ciências na Área de Saúde Pública, ENSP - FIOCRUZ. Experiência profissional diversificada nas áreas técnica, de gestão e política da inovação e desenvolvimento de medicamentos de origem vegetal.


Palavras-chave

RedesFito
Políticas de C
T&I
Medicamentos
Biodiversidade
Sustentabilidade

Referências

  1. Referências
  2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Programa Nacional de Plantas medicinais e fitoterápicos / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Brasília: Ministério da Saúde. Brasília : Ministério da Saúde; 2009. 136 p. Disponível em: [Link]. Acesso em: 20 jun. 2018.
  3. Morin E. Introdução ao pensamento complexo. 5a ed. Porto Alegre: Editora Sulina; 2006. 120 p. ISBN: 9788520505984
  4. Morin E. A via: para o futuro da humanidade. Bertrand Brasil; 2013. 392 . ISBN: 9789897590641
  5. Chesnais F. Um interpretação sobre a situação econômica mundial seguida por considerações sobre a crise ambiental. In: Sustentabilidade socioambiental em um contexto de crise. Epapers; 2015. p. 438. ISBN: 9788576504672
  6. IPCC: Climage Change 2007: impacts, adaption and vulnerability. Contribution of working group II to the Fourth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change. Parry, ML; Canziani, OF; Palutikof, JP; van der Linden, PJ; Hanson C, organizador. Intergovernmental Panel on Climate Change. UK: Cambridge University Press; 2007. 976. Disponível em: [Link]. Acesso em: 20 jun. 2018.
  7. Colliiot-Thélène C. O conceito de política posto à prova pela mundialização. Revista Sociologia e Política. 1999;12:7–20. ISSN: 16789873
  8. Godin B. The making of science, technology e innovation policy: conceptual frameworks as narratives, 1945-2005. Institut National de la Recherche Scientifique. Centre Urbanisation Culture Société; 2009. 412 p. [acesso em 22 jun. 2018]. Disponível em: URL: http://www.csiic.ca/PDF/TheMakingOfScience.pdf
  9. Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Declaração Final da Conferência das nações unidas sobre desenvolvimento sustentável Rio +20. O futuro que queremos. In: Restrepo J, organizador. Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável; 2012. p. 55. Disponível em: [Link]. Acesso em: 22 jun. 2018.
  10. Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. Relatório Anual 2008. Brasília - DF; 2008. Disponível em: [Link]. Acesso em: 22 jun. 2018.
  11. Viotti EB. Brasil: de política de C&T para política de inovação? Evolução e desafios das políticas brasileiras de ciência, tecnologia e inovação. Pesquisa universitária e inovação no Brasil. 2008. 137-174 p. ISBN: 9788560755103
  12. Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 2012 - 2015. Brasília-DF: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; 2012. 220. Disponível em: [Link]. Acesso em: 22 jun. 2018.
  13. Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global: contribuição do Brasil. Síntese dos encontros preparatórios ao FMC 2013. Brasília-DF: Centro de Gestão de Estudos Estratégicos; 2013. 118 p. Disponível em: [Link]. Acesso em: 22 jun 2018.
  14. Brasil. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A nova geração de políticas de desenvolvimento produtivo: sustentabilidade social e ambiental. Brasília - DF: Confederação Nacional da Indústria; 2012. 336 p. Disponível em: [Link]. Acesso em: 22 jun. 2018.
  15. Brasil. Ministério da Saúde. Instituto de Tecnologia em Fármacos. Portaria n°. 21, de 30 de agosto de 2010. Dispõem sobre instituir, no âmbito de Farmanguinhos, o Sistema Nacional das Redes Fito – RedesFito. Diário Oficial da União. 30 de ago 2010; Seção 1. Disponível em: [Link]. Acesso em 24 jun . 2018.
  16. Lastres M, Albagli S. Informação e globalização na era do conhecimento. Rio de Janeiro: Campus; 1999. 163 p. ISBN: 853520489
  17. Schumpeter JA. The theory of economic development. Harvard University Press; 1957. 255 p. ISBN: 9780674879904
  18. Schumpeter JA. Capitalismo, Socialismo e Democracia. Ltd E por GA e U, organizador. Zahar; 1985. 487 p. ISBN: 8403181450
  19. Nelson RR, Winter SG. An evolutionary theory of economic change. Vol. 93, Cambridge MA Belknap. 1982. 437 p. ISBN: 0674272285
  20. Dosi G. Technological paradigms and technological trajectories. A suggested interpretation of the determinants and directions of technical change. Sci Policy Res Unit. 1982;11:147–62. [acesso em 22 de jun. 2018]; Disponível em: URL: https://ac.els-cdn.com/0048733382900166/1-s2.0-0048733382900166-main.pdf?_tid=72988a1f-993e-4384-acc5-14db52b524c1&acdnat=1530023335_6e41d1981868222af5deb6b167fcefec
  21. Freeman C. The “National System of Innovation” in historical perspective Introduction: The National System of Friedrich List. Cambridge J Econ. 1995;19:5–24. [acesso em 22 de jun 2018]. Disponível em: URL: http://www.ie.ufrj.br/intranet/ie/userintranet/hpp/arquivos/101120164328_Freeman1995TheNationalSystemofInnovationinHistoricalPerspectiveCamb.J.Econ.524.pdf
  22. Lundvall BA. National systems of innovation : toward a theory of innovation and interactive learning. Anthem; 1992. 388 p. ISBN: 9780857286741
  23. Lundvall BÅ. The economics of knowledge and learning. Aalborg University; 2004; 18 p. [acesso em 22 de jun. 2018]. Disponível em: URL: http://livernspleen.com/wp-content/uploads/2012/12/the-economics-of-knowledge-and-learning.pdf
  24. Munch MA, Foxon T. The Greening of Innovation Systems for Eco-innovation -Towards an Evolutionary Climate Mitigation Policy. In DRUID Summer Conference; 2008. 37 p. [acesso em 23 de jun. 2018]. Disponível em: URL: http://orbit.dtu.dk/fedora/objects/orbit:141965/datastreams/file_115359611/content
  25. Lundvall BA. Políticas de Inovação na Economia do Aprendizado. Parcerias Estratégicas. 2001;10:200–18. [acesso em 20 jun. 2018]. Disponível em: URL: http://seer.cgee.org.br/index.php/parcerias_estrategicas/article/viewFile/149/143
  26. Albuquerque, EM; Cassiolato JE. As Especificidades do Sistema de Inovação do Setor Saúde. Revista de Economia Política. 2002;22(488):134–51. [acesso em 23 de jun. 2018]. Disponível em: URL: http://www.rep.org.br/PDF/88-9.PDF
  27. Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia. Livro branco: ciência, tecnologia e inovação. 28.03.2011. Brasília - DF: Ministério da Ciência, Tecnologia; 2002. 1-80 p. Disponível em: [Link]. Acesso em 23 de jun de 2018.
  28. Gadelha CAG. Estado e Inovação: uma perspectiva evolucionista. Revista de Economia Contemporânea. 2002;6(2):85-117. ISSN: 14159848
  29. Gadelha CAG. O complexo industrial da saúde e a necessidade de um enfoque dinâmico na economia da saúde. Ciências de Saúde Coletiva. 2003;8(2):521–35. ISSN: 16784561. [CrossRef]
  30. Gadelha CAG, Quental C, Fialho B de C. Saúde e inovação: uma abordagem sistêmica das indústrias da saúde. Cadernos de Saúde Pública. 2003;19(1):47–59. ISSN: 0102311X. [CrossRef]
  31. Gadelha CAG. Desenvolvimento e saúde: em busca de uma nova utopia. Saúde em debate. 2005;19(71):326–7. [Link]
  32. Gadelha CAG. Desenvolvimento, complexo industrial da saúde e política industrial. Revista de Saúde Pública. 2006;40:11–23. ISSN: 15188787. [CrossRef]
  33. Villas Bôas GK, Gadelha C. Oportunidades na indústria de medicamentos e a lógica do desenvolvimento local baseado nos biomas brasileiros: bases para a discussão de uma política nacional. Cadernos de Saúde Pública. 2007;23(6):1463–71. ISSN: 16784464. [CrossRef]
  34. Brasil, Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência Tecnologia e Insumos Estratégicos. Política Nacional de Ciência , Tecnologia e Inovação em Saúde. Ministério da Saúde. 2008. 44 p. Disponível em: [Link]. Acesso em 23 de jun. 2018.
  35. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Mais saúde: direito de todos: 2007 – 2011. Brasília - DF: Secretaria Executiva. Editora do Ministério da Saúde; 2008. Disponível em: [Link]. Acesso em 23 de jun. 2018.
  36. Brasil. Ministério de Ciência e Tecnologia. Diretrizes de política industrial, tecnológica e de comércio exterior. 2003. 23 p. Disponível em: [Link]. Acesso em 23 de jun. 2018.
  37. Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ciência, Tecnologia e Inovação para Desenvolvimento Nacional Plano de Ação 2007-2010. Brasília - DF: Ministério da Ciência e Tecnologia; 2010. 1-406 p. Disponível em: [Link]. Acesso em 23 jun. 2018.
  38. Brasil. Instituto de estudos para o desenvolvimento industrial. A política de desenvolvimento produtivo. Brasília - DF; 2008 [citado 22 de junho de 2018]. 36 p. Disponível em: [Link]. Acesso em 23 jun. 2018.
  39. Cassiolato JE, Szapiro M. Uma caracterização de arranjos produtivos locais de micro e pequenas empresas. In: Pequena empresa: cooperação e desenvolvimento local. Rio de Janeiro: Relume Dumará Editora; 2003. p. 1–19. ISBN: 9788573163391.
  40. Villas Bôas GK. Aspectos críticos na formulação política de um Sistema Nacional de Arranjos Produtivos Locais para o desenvolvimento de medicamentos de origem vegetal em cada bioma brasileiro. Revista Fitos Eletrônica. 2005;1(02):25–9. ISSN: 24465018. [Link]
  41. Martínez Alier J, Schlüpmann K. Ecological economics : energy, environment, and society. Basil Blackwell; 1987. 286 p. ISBN: 0631157395
  42. Ropke I. The early history of modern ecological economics. Ecological Economics. Vol.50. 2004. 293–314 p. [CrossRef]
  43. Ropke I. Trends in the development of ecological economics from the late 1980s to the early 2000s. Ecological Economics. 2005;55(2):262–90. [CrossRef]
  44. Cechin A. A natureza como limite da economia : a contribuição de Nicholas Georgescu-Roegen. Senac; 2010. ISBN: 9788573599336
  45. Mill JS. The Project Gutenberg EBook of Principles Of Political Economy. Title: Principles Of Political Economy [Internet]. D. Appleton and Company. 2009. [acesso em 24 jun. 2018]. Disponível em: URL: https://www.gutenberg.org/files/30107/30107-pdf.pdf
  46. Odum E. Ecology. New York: Holt Rinehart and Winston; 1963. ISBN: 0534420664
  47. Daly HE. Economics As a Life Science [Internet]. Journal of Political Economy. 1968;76(3):392–406. [Link]
  48. Boulding KE. The Economics of the Coming Spaceship Earth. In: Environmental Quality in a Growing Economy. Baltimore, MD: Resources for the Future/Johns Hopkins University Press; 1966. p. 3–14. [Link]
  49. Georgescu-Roegen N. The Entropy Law and the Economic Process. Harvard University Press; 1971. ISBN: 9780674257818
  50. Schumacher EF. Small is beautiful. Lond: Blon. London: Blond & Briggs; 1983. ISBN: 9781900322751
  51. Carson R, Darling L, Darling L. Silent spring. Boston ;Cambridge Mass.: Houghton Mifflin; 1962. 368 p. ISBN: 9780395166116
  52. Ehrlich P. The population bomb. Printed in the United States of America; 1968. 201 p. ISBN: 13978035216571
  53. Mishan EJ. The costs of economic growth. Staples P; 1967. 190 p. ISBN: 028661619X
  54. Daly HE, Townsend KN; Kenneth N. Valuing the earth : economics, ecology, ethics. MIT Press; 1993. 387 p. ISBN: 0262540681
  55. O’Connor M. Is capitalism sustainable? : political economy and the politics of ecology. Guilford Press; 1994. 283 p. ISBN: 0898621275
  56. Daly H. Beyond Growth: The Economics of Sustainable Development. Beacon P6ress; 1997. 253 p. ISBN: 0807047090
  57. Daly HE. Sustentabilidade em um mundo lotado. Scientific American Brasil. 2005;41:95. [Acesso em 26 de jun. 2018]. Disponível em: [Link].
  58. International Society for Ecological Economics. The role of economic instruments in the conservation policymix. In Rio de Janeiro; 2012. p. 4. [Acesso em 26 jun. 2018]. Disponível em: URL: https://cordis.europa.eu/project/rcn/94792_en.html
  59. Daly H, Farley J. Ecological economics: principles and applications. Vol. 55, Ecological Economics. 2004. 541 p. ISBN: 9781597266819
  60. Farley J, Perkins S. Economics of information in a green economy. In: Building a green economy. Michigan State University Press; 2012. [Acesso em 26 jun. 2018]. Disponível em: URL: http://www.uvm.edu/~jfarley/publications/DRAFT-The%20economics%20of%20information%20in%20a%20green%20economy.pdf
  61. Altieri M. Agroecologia: A dinamica produtiva da agricultura sustentável. Vol. 53, Journal of Chemical Information and Modeling. 2013. 1689-1699 p. ISBN: 8570255381
  62. Francis C, Lieblein G, Gliessman S, Breland TA, Creamer N, Harwood R, et al. Agroecology: The Ecology of Food Systems. Journal of Sustainable Agriculture. 17 de julho de 2003;22(3):99–118. ISSN: 1044-0046. [CrossRef]
  63. Gliessman SR. Agroecologia : processos ecológicos em agricultura sustentável. Editora da Universidade Federal de Porto Alegre; 2000. ISBN: 8538600389
  64. Conway GR. The properties of agroecosystems. Agricultural System. 1987;24(2):95–117. [CrossRef]
  65. Conway GR. Sustainable agriculture: the trade-offs with productivity, stability and equitability. In: Economics and Ecology. Dordrecht: Springer Netherlands; 1993. p. 46–65. ISBN: 9789401115186
  66. Barbier E. Economics and ecology : new frontiers and sustainable development. Springer; 1993. 224 p. ISBN: 9789401115186
  67. Santilli J. Agrobiodiversidade e direitos dos agricultores. Editora Peirópolis; 2009. 519 p. ISBN: 9788575961575
  68. UNEP/CBD/5/23. Decisions adoped by the conference of the parties to the convention on biological diversity at its fifth meeting. In Naibori: Convention on biological diversity; 2000. p. 141. Disponível em: [Link]. Acesso em 24 jun. 2018.
  69. Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Convenção sobre Diversidade Biológica - CDB. 1992;12(3):32. Disponível em: [Link]. Acesso em 24 jun. 2018.
  70. Villas Bôas GK. Inovação em medicamentos da biodiversidade: uma adaptação necessária (ou útil) nas políticas públicas. Tese Doutorado. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Fiocruz; 2013. [acessado em 25 jun. 2018]. Disponível em: URL: https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/13796