Atividade antileishmanial in vitro e análise fitoquímica de Casearia javitensis Kunth (Salicaceae)

Silva, C M d;
Eiró, L G;
Silva-Silva, J V;
Corrêa-Barbosa, J;
Coelho-Ferreira, M R;
Silveira, F T;
Marinho, A M d R;
Almeida, M d G C;
Brigido, H P C;
Dolabela, , M. F.

Carolina Moraes da Silva

Centro Universitário do Estado do Pará, Instituto de Ciências da Saúde, Campus João Paulo do Valle Mendes, Av. Almirante Barroso nº 3775, CEP: 6613-903. João Paulo do Valle Mendes, Belém, PA, Brasil.

Possui graduação em Farmácia pelo Centro Universitário do Estado do Pará (2017), atuou como monitora voluntaria da disciplina Histologia e Embriologia de 2013 à 2014 e como monitora oficial em 2015, integrou voluntariamente o projeto "Esse Rio é Minha Rua" - ENACTUS (2014). Foi estagiária no Laboratório de Leishmanioses "Prof. Dr. Ralph Lainson", Seção de Parasitologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS com incentivo do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) 2014/2015. Concluiu o mestrado em Patologia das Doenças Tropicais pelo programa de pós graduação em Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará, na sessão de Imunopatologia das Doenças Tropicais. Atualmente éacadêmica de medicina do quarto semestre no Centro Universitário do Pará (CESUPA).

Luciana Guimarães Eiró

Universidade Federal do Pará, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Campus Universitário Guamá, Rua Augusto Corrêa, 01, CEP: 66075-110, Belém, Pará, Brasil.

Possui bacharelado em Farmácia pelo Centro Universitário do Estado do Pará-CESUPA (2017). Atuou como monitora voluntária na disciplina Citologia I (2013). Atuou como monitora bolsista da disciplina Citologia (2014). Atuou como coordenadora de RH e sub-coordenadora de Farmácia no Projeto "Esse Rio é Minha Rua-Saúde" ( 2015) e como coordenadora de Farmácia no Projeto "Esse Rio é Minha Rua- Saúde" (2016). Iniciou Pós-graduação em Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica pela Instituição DALMASS no ano de 2017. Trabalhou na Farmácia de Manipulação Personale de setembro a dezembro de 2017. Mestranda do Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas- PPGCF da Universidade Federal do Pará-UFPA, sob a orientação do Prof. Dr. Rafael Rodrigues Lima.

João Victor Silva-Silva

Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ, Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Laboratório de Imunomodulação e Protozoologia, Av. Brasil, 4365, Manguinhos, CEP: 21040-360, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Juliana Corrêa-Barbosa

Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências da Saúde, , Campus Universitário Guamá, Rua Augusto Corrêa, 01, CEP: 66075-110, Belém, Pará, Brasil.

Farmacêutica graduada pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Egressa do grupo PET-FARMÁCIA/UFPA. Pós-graduanda em Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica e mestranda em Ciências Farmacêuticas - PPGCF/UFPA.

Márlia Regina Coelho-Ferreira

Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação, Coordenação de Botânica, Museu Paraense Emílio Goeldi,Avenida Governador Magalhães Barata, 376, São Brás, CEP: 66040-170, Belém, PA, Brasil.

possui graduação em Farmácia-Bioquímica pela Universidade Federal de Ouro Preto (1986), mestrado em Biologie Végétale Tropicale - Universite de Paris VI (Pierre et Marie Curie) (1992) e doutorado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Pará (2000). Foi pesquisadora Titular III do Museu Paraense Emílio Goeldi (07/2000 - 02/2020) e atualmente é pesquisadora do Instituto Nacional da Mata Atlântica. Tem experiência na área de Botânica, com ênfase em Etnobotânica, Etnofarmacologia e Botânica Econômica, atuando principalmente em estudos que abordam saberes tradicionais de comunidades e povos indígenas da Amazônia brasileira sobre a biodiversidade vegetal, com destaque para as plantas medicinais de importância cultural e econômica. É docente dos Programas de Pós-graduação em Ciências Biológicas - Biologia Vegetal Tropical (UFRA/MPEG), da Rede Bionorte (Coordenação Estadual-Pará) e do Programa de Pós-graduação em Diversidade Sociocultural (MPEG). 

Fernando Tobias Silveira

Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Instituto Evandro Chagas, Departamento de Parasitologia, Rodovia BR-316 KM 7 s/n, Levilândia, CEP: 67030-000, Ananindeua, PA, Brasil

Possui mestrado em Parasitologia pela Universidade Federal de Minas Gerais(1989), doutorado em Patologia pela Universidade de São Paulo(2001), pós-doutorado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo(2008), aperfeicoamento em Genética de Parasitos pela University of Cambridge(1995) e aperfeicoamento em Genética de Parasitos pela University of Cambridge(1997). Atualmente é Médico-pesquisador do Instituto Evandro Chagas, PESQUISADOR EM SAUDE PUBLICA do Instituto Evandro Chagas e Professor da Universidade Federal do Pará/Núcleo de Medicina Tropical. Tem experiência na área de Medicina. Atuando principalmente nos seguintes temas:Leishmaniose cutânea, Leishmania amazonensis, Patogenia. 

Andrey Moacir do Rosário Marinho

Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências Exatas e Naturais, Faculdade de Química, Campus Universitário Guamá, Rua Augusto Corrêa, 01, CEP: 66075-110, Belém, PA, Brasil

Bacharel em Química pela Universidade Federal do Pará (2001), Mestre em Química pela Universidade Federal de São Carlos (2002) e Doutor em Química pela Universidade Federal de São Carlos (2005). Atualmente é Professor Associado I da Universidade Federal do Pará lotado no Instituto de Ciências Exatas e Naturais - Faculdade de Química. Tem experiência em Química de Produtos Naturais e fungos endofíticos associados a plantas da Amazônia.

Maria das Graças Carvalho Almeida

Centro Universitário do Estado do Pará (CESUPA), Instituto de Ciências da Saúde, Campus João Paulo do Valle Mendes, Av. Almirante Barroso nº 3775, CEP: 6613-903, João Paulo do Valle Mendes, Belém, PA, Brasil.

Graduada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal do Pará (1973), especialização em Saúde Pública pelo Ministério da Saúde/ Escola Nacional de Saúde Pública e Universidade Federal do Pará (1989); em Laboratório de Saúde Pública com ênfase em Bacteriologia pelo Instituto Adolfo Lutz (1979); em Avaliação á Distância pela Universidade de Brasilia (1999); mestre em Doenças Tropicais pelo Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará (2007). Atualmente como Professora Assistente IV do Curso de Enfermagem da Universidade do Estado do Pará e professora titular do Curso de Farmácia do Centro Universitário do Pará e ex-coordenadora do Laboratório de Análises Clínicas do Centro de Ensino Superior do Pará. Com experiência na área de Bacteriologia com enfâse em Saúde Pública adquirida pela atuação como Farmacêutica Bioquímica no LACEN, da Secretaria de Estado de Saúde Pública Estado do Pará, atuando principalmente nos seguintes temas : saúde coletiva e doenças tropicais. (Texto gerado automaticamente pela aplicação CVLattes) 

Heliton Patrick Cordovil Brigido

Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Inovação Farmacêutica, Campus Universitário Guamá, Rua Augusto Corrêa, 01, CEP: 66075-110, Belém, PA, Brazil

Possui Graduação em Farmácia (2014). Especialista em Farmácia Clínica e Prescrição Farmacêutica (2016). Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Pará (PPGCF, 2016), Área de Fármacos e Medicamentos, Linha de pesquisa: Avaliação Biológica de Produtos Naturais e Sintéticos. Atualmente é Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Inovação Farmacêutica pela Universidade Federal do Pará (PPGIF, 2017), Área de Fármacos e Medicamentos, Linha de pesquisa: Planejamento, Pesquisa, Síntese e Avaliação de Produtos Naturais e Moléculas Bioativas. Professor na Universidade do Estado do Pará (UEPA) dos cursos de Medicina e Biomedicina e Professor na Faculdade Cosmopolita ministrando as disciplinas de Histologia, Fisiologia, Processos Patológicos e Farmacologia para os cursos da área da saúde. 

Maria Fâni Dolabela

Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêutica, Rua Augusto Corrêa, 01, CEP: 66075-110, Belém, PA, Brasil

Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1994), mestrado em Ciências Biológicas ( Farmacologia) pela Universidade Federal de Minas Gerais (1997), doutorado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Atualmente Professora Associada I da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Pará, credenciada aos Programa de Pós Graduação em Ciências Farmacêuticas, UFPA (mestrado), Programa de Pós-Graduação em Inovação Farmacêutica (doutorado) e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Assistência Farmacêutica (Mestrado-Profissional). Também participa, como tutora, do grupo PET-Farmácia, UFPA e coordena o Centro de Informações sobre Medicamentos do Pará. Como pesquisadora vem desenvolvendo trabalhos nas áreas de produtos naturais, busca de novos fármacos para doenças negligenciadas e Assistência Farmacêutica. Participa da Diretoria da Escola Nacional dos Farmacêuticos.


Palavras-chave

Leismaniasis
Antipromastigote
Cytotoxicity (THP-1)
Phenolic Compound
Leishmaniose
Antripromastigota
Citotoxicidade (THP-1)
Composto Fenólico

Resumo

O objetivo deste trabalho foi realizar estudos fitoquímicos e avaliar a atividade antipromastigota (Leishmania amazonensis) da casca de Casearia javitensis. O extrato etanólico (EE) foi obtido através da maceração do pó da casca com etanol. O extrato foi fracionado em coluna cromatografia aberta, originando as frações hexânica (FrHex), diclorometânica (FrDcm), acetato de etila (FrAcOET) e metanólica (FrMeOH). O EE e suas frações foram analisados por cromatografia em camada delgada (CCD), e a FrDcm em cromatografia líquida de alta eficiência acoplada ao detector de arranjo de diodos (CLAE-DAD). O ensaio antipromastigota e citotoxicidade frente à linhagem celular de leucemia monocítica aguda (THP-1) foram realizados pelo teste colorimétrico MTT. No perfil fitoquímico em CCD do EE e frações FrHex, FrAcOET e FrMeOH foram detectados terpenos e na FrDcm em espectro em ultravioleta (CLAE-DAD), sugere-se tratar de um composto fenólico. As frações FrHex (CI50 = 116,6 ± 0,9 μg mL-1) e FrDcm (CI50 = 59,38 ± 1,1 μg mL-1) foram ativas em promastigota e apresentaram baixa citotoxicidade (CC50 = 333,4 ± 3,2 e 241,2 ± 1,9 μg mL-1, respectivamente), sendo FrDcm o índice de seletividade de 4,1. Portanto, FrDcm mostrou-se promissora como leishmanicida e essa atividade pode estar relacionada a um composto fenólico.


Referências

  1. World Health Organization (WHO). Leishmaniasis: Situation and trends. Disponível em: [Link]. Acesso em: 03 abr. 2019.
  2. World Health Organization (WHO). Leishmaniasis. Disponível em: [Link]. Acesso em: 03 abr. 2019.
  3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Casos de Leishmaniose Tegumentar Americana. Brasil, grandes regiões e Unidades Federadas 1990 a 2017. Brasília: MS/SVS. Disponível em: [Link]. Acesso em: 30 mar. 2019.
  4. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Casos confirmados de Leishmaniose Visceral, Brasil, Grandes Regiões e Unidades Federadas 1990 a 2017. Brasília: MS/SVS. Disponível em: [Link]. Acesso em: 30 mar. 2019.
  5. Rath S, Trivelin LA, Imbrunito TR, Tomazela DM, Jesus MN, Marzal PC et al. Antimoniais empregados no tratamento da leishmaniose: estado da arte. Quim Nova. 2003; 26(4): 550-5. ISSN 1678-7064. [CrossRef].
  6. Croft SL, Coombs GH. Leishmaniasis- current chemotherapy and recent advances in the search for novel drugs. Trends Parasitol. 2003; 19(11): 502-8. ISSN 1471-4922. [CrossRef] [PubMed].
  7. Oliveira RAG, Lima EO, Vieira WL, Freire KRL, Trajano VN, Lima IO et al. Estudo da interferência de óleos essenciais sobre a atividade de alguns antibióticos usados na clínica. Rev Bras Farmacogn. 2005; 16(1): 77-82. ISSN 0102-695X. [CrossRef].
  8. Ponte-Sucre A, Gamarro F, Dujardin JC, Barrett MP, López-Vélez R, García-Hernández R et al. Drug resistance and treatment failure in leishmaniasis: A 21st century challenge. PLoS Negl Trop Dis. 2017; 11(12): e0006052. ISSN 1935-2727. [CrossRef] [PubMed].
  9. World Health Organization (WHO). Leishmaniasis: Leishmania-HIV co-infection. Disponível em: [Link]. Acesso em: 03 abr. 2019.
  10. Rodrigues AM, Hueb M, Santos TARR, Fontes CJF. Fatores associados ao insucesso do tratamento da leishmaniose cutânea com antimoniato de meglumina. Rev Soc Bras Med Trop. 2006; 39(2): 139-45. ISSN 1678-9849. [CrossRef].
  11. Viana RL, Freitas CM, Giatti LL. Saúde ambiental e desenvolvimento na Amazônia legal: indicadores socioeconômicos, ambientais e sanitários, desafios e perspectivas. Saúde Soc. 2016; 25(1): 233-46. ISSN 1984-0470. [CrossRef].
  12. Lira TM, Chaves MPSR. Comunidades ribeirinhas na Amazônia: organização sociocultural e política. Interações (Campo Grande). 2016; 17(1): 666-76. ISSN 1518-7012. [CrossRef] [Link].
  13. Xia L, Guo Q, Tu P, Chai X. The genus casearia: a phytochemical and pharmacological overview. Phytochem Rev. 2015; 14(1): 99-135. ISSN 1572-980X. [CrossRef].
  14. Shen Y-C, Wang C-H, Cheng Y-B, Wang L-T, Guh J-H, Chien C-T et al. New cytotoxic clerodane diterpenoids from the leaves and twigs of Casearia membranacea. J Nat Prod. 2004; 67(3): 316-21. ISSN 0163-3864. [CrossRef].
  15. Wyrepkowski CDC. Estudo fitoquímico e bioatividade de extratos de Casearia javitensis Kunth. Manaus. 2010. 143 f. Dissertação de Mestrado [Programa de Pós-Graduação Multi-institucional em Biotecnologia] - Universidade Federal do Amazonas, UFAM. Manaus. 2010. [Link].
  16. Marquete R. O gênero Casearia no estado do Rio de Janeiro, Brasil - Flacourtiaceae. Rio de Janeiro, 2005. 167 f. Dissertação de Mestrado [Programa de Pós-Graduação em Botânica] - Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, IJBRJ. Rio de Janeiro, 2005. [Link].
  17. Ferreira PMP, Costa-Lotufo LV, Moraes MO, Barros FWA, Martins AMA, Cavalheiro AJ et al. Folk uses and pharmacological properties of Casearia sylvestris: a medicinal review. An Acad Bras Ciênc. 2011; 83(3): 1373-84. ISSN 0001-3765. [CrossRef].
  18. Souza CD, Felfili JM. Uso de plantas medicinais na região de Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil. Acta Bot Bras. 2006; 20(1): 135-42. ISSN 1677-941X. [CrossRef].
  19. Rodrigues VEG, Carvalho DA. Levantamento etnobotânico de plantas medicinais no domínio do cerrado na região do alto rio grande - Minas Gerais. Ciên Agrotecn. 2001; 25(1). Disponível em: [Link]. Acesso em: 03 abr. 2019.
  20. Bou DD, Tempone AG, Pinto EG, Lago JH, Sartorelli P. Antiparasitic activity and effect of casearins isolated from Casearia sylvestris on Leishmania and Trypanosoma cruzi plasma membrane. Phytomedicine. 2014; 21(5): 676-81. ISSN 0944-7113. [CrossRef] [PubMed].
  21. Santos AL, Yamamoto ES, Passero LFD, Laurenti MD, Martins LF, Lima ML et al. Antileishmanial Activity and Immunomodulatory Effects of Tricin Isolated from Leaves of Casearia arborea (Salicaceae). Chem Biodivers. 2017; 14(5): e1600458. ISSN 1612-1880. [CrossRef] [PubMed].
  22. Ferreira PMP, Santos AG, Tininis AG, Costa PM, Cavalheiro AJ, Bolzani VS et al. Casearin X exhibits cytotoxic effects in leukemia cells triggered by apoptosis. Chem Biol Interact. 2010; 188(3): 497-504. ISSN 0009-2797. [CrossRef] [Link].
  23. Rayanil K, Nimnoun C, Tuntiwachwuttikul P. New phenolics from the wood of Casearia grewiifolia. Phytochem Letters. 2012; 5(1): 59-62. ISSN 1874-3900. [CrossRef].
  24. Bezerra J, Costa GC, Lopes TC, Carvalho ICDS, Patrício FJ, Sousa SM et al. Avaliação da atividade leishmanicida in vitro de plantas medicinais. Rev Bras Farmacogn. 2006; 16(supl.): 631-37. ISSN 0102-695X. [CrossRef].
  25. Prieto AM, Dos Santos AG, Oliveira APS, Cavalheiro AJ, Silva DHS, Bolzani VS et al. Assessment of the chemopreventive effect of casearin B, a clerodane diterpene extracted from Casearia sylvestris (Salicaceae). Food Chem Toxicol. 2013; 53(1): 153-59. ISSN 0278-6915. [CrossRef] [PubMed].
  26. Achin-Espinar MT, Souza MCS, Nunez CV. Isolamento de 4-hidroxifenil-6-cafeoil-β-L-glicosídeo e β-sitosterol e avaliação das atividades antibacteriana, antioxidante e tóxica sobre Artemia salina de Casearia javitensis. Rev Fitos. 2017; 10(3): 268-282. ISSN 2446-4775. [CrossRef] [Link].
  27. Wagner H, Bladt S, Zgainski EM. Plant Drug Analysis: A Thin Layer Chromatography. Berlin: Springer-Verlag. 1984. ISBN: 978-3-642-00573-2.
  28. Mota EF, Rosário DM, Veiga ASS, Brasil DS, Silveira FT, Dolabela MF. Biological activities of Croton palanostigma Klotzsch. Pharmacogn Mag. 2015; 11(43): 601-6. ISSN 0976-4062. [CrossRef] [PubMed].
  29. Mosmann T. Rapid colorimetric assay for cellular grouth and survival: application to proliferation and cytotoxicity assays. J Immunol Methods. 1983; 65(1-2): 55-63. ISSN 0022-1759. [CrossRef] [PubMed].
  30. Almeida TL, Monteiro JÁ, Lopes GKP, Chiavelli LUR, Santin SMO, Silva CC et al. Estudo químico e atividades antiproliferativa, tripanocida e leishmanicida de Maxillaria picta. Quím Nova 2014; 37(7): 1151-7. ISSN 0100-4042. [CrossRef].
  31. Luz SFB, Sato MEO, Duarte MR, Santos CAM. Parâmetros para o controle da qualidade de folhas de Casearia sylvestris SW. - Guaçatonga. Rev Bras Farmacogn. 1998; 7-8(1): 1-11. ISSN 0102-695X. [CrossRef].
  32. Jullian V, Bonduelle C, Valentin A, Acebey L, Duigou A-G, Prévost M-F et al. New clerodane diterpenoids from Laetia procera (Poepp.) Eichler (Flacourtiaceae), with antiplasmodial and antileishmanial activities. Bioorg Med Chem Lett. 2005; 15(22): 5065-70. ISSN 0960-894X. [CrossRef] [PubMed].
  33. Mabry TJ, Markham KR, Thomas MB. The ultraviolet spectra of flavones and flavonols. Berlin: Springer; 1970. p. 41-164. ISBN: 978-3-642-88458-0.
  34. Alonso-Salces RM, Barranco A, Abad B, Berrueta LA, Gallo B, Vicente F. Polyphenolic profiles of Basque cider apple cultivars and their technological properties. J Agric Food Chem. 2004. 52(10): 2938-52. ISSN 1520-5118. [CrossRef].
  35. Markham KR, Mabry TJ. Ultraviolet-visible and proton magnetic resonance spectroscopy of flavonoids. In: Harborne JB, Mabry TJ, Mabry H, editors. The Flavonoids. London: Chapmann and Hall; 1975. p. 62-75. ISBN: 978-1-4899-2909-9.
  36. Fonseca-Silva F, Inácio JDF, Canto-Cavalheiro MM, Almeida-Amaral EE. Reactive oxygen species production and mitochondrial dysfunction contribute to quercetin induced death in Leishmania amazonensis. PLoS ONE 2011; 6(2): e14666. [CrossRef] [PubMed].
  37. Da Silva ER, Maquiaveli CC, Magalhães PP. The leishmanicidal flavonols quercetin and quercitrin target Leishmania (Leishmania) amazonensis arginase. Exp Parasitol. 2012; 130(3): 183-8. ISSN 0014-4894. [CrossRef] [PubMed].
  38. Mittra B, Saha A, Chowdhury AR, Pal C, Mandal S, Mukhopadhyay S et al. Luteolin, an abundant dietary component is a potent anti-leishmanial agent that acts by inducing topoisomerase II-mediated kinetoplast DNA cleavage leading to apoptosis. Mol Med. 2000; 6(6): 527-41. ISSN 1528-3658. [CrossRef].
  39. Sen G, Mukhopadhyay S, Ray M, Biswas T. Quercetin interferes with iron metabolism in Leishmania donovani and targets ribonucleotide reductase to exert leishmanicidal activity. J Antimicrob Chemother. 2008; 61(5): 1066-75. ISSN 1460-2091. [CrossRef].

Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License. Copyright (c) 2020 Revista Fitos

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)