Interações medicamentosas entre fitoterápicos padronizados pelo Sistema Único de Saúde e medicamentos convencionais

Rubio, K T S;
Nascimento, M A P d;
Martucci, , M. E. P.

Karina Taciana Santos Rubio

Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Departamento de Farmácia, Escola de Farmácia, Rua Três, 306-328, CEP 35400-000, Ouro Preto, MG, Brasil;Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental – ProAmb, Bauxita, CEP 35400-000, Ouro Preto, MG, Brasil.

Possui graduação em Farmácia (2008), especialização em Indústria pela Universidade Federal de Ouro Preto. Mestrado (2011) e Doutorado (2015) pelo Programa de Pós Graduação em Ciências Biológicas - área de concentração Bioquímica Estrutural e Biologia Molecular na Universidade Federal de Ouro Preto. Desenvolve trabalhos empregando síntese de peptídeos, purificação e caracterização de proteínas, análise proteômica, busca de moléculas bioativas por bioinformática e estudos farmacocinéticos e toxicológicos in vivo (cultivo celular) e in vitro (camundongos, ratos e zebrafish). Possui experiência em cromatografia líquida e espectrometria de massas. Atualmente atua como professora Adjunta da área de Toxicologia na Universidade Federal de Ouro Preto.

Maria Alice Pereira do Nascimento

Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Departamento de Farmácia, Escola de Farmácia, Rua Três, 306-328, CEP 35400-000, Ouro Preto, MG, Brasil

Graduada em Farmácia pela Universidade Federal de Ouro Preto

Maria Elvira Poleti Martucci

Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Departamento de Farmácia, Escola de Farmácia, Rua Três, 306-328, CEP 35400-000, Ouro Preto, MG, Brasil

https://orcid.org/0000-0002-0601-8848

Possui graduação em Farmácia (2010) pela Universidade Federal de Alfenas. Mestrado (2012) e Doutorado (2016) na Universidade de São Paulo (USP) no programa de pós-graduação em Ciências Farmacêuticas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP).Trabalhou como especialista em cromatografia líquida e espectrometria de massas no Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem (LBCD - LADETEC) na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (2014-2018). Integrou a equipe olímpica do Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos - Rio 2016, participando das análises das amostras dos atletas por cromatografia líquida acoplada a espectrometria de massas (HRMS e QqQ). Tem experiência em cromatografia líquida, espectrometria de massas, desenvolvimento analítico, métodos de preparo de amostra aplicados a matrizes biológicas e produtos naturais, análises toxicológicas, química de produto natural e estudos utilizando abordagem metabolômica. Atualmente, atua como Professora Adjunta na Escola de Farmácia (EF) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e como membro permanente do corpo docente do Programa de pós-graduação em Engenharia Ambiental (ProAmb) na mesma Universidade. Desenvolve projetos na área de toxicologia relacionados às análises de resíduos de contaminantes, principalmente fármacos e agrotóxicos em amostras biológicas e ambientais; estudos de exposição crônica e toxicocinética destes contaminantes, utilizando o modelo animal Zebrafish e abordagem metabolômica para análise dos dados; além de realizar desenvolvimento e validação de metodologias analíticas por técnicas hifenadas. Desenvolve também projetos em química de produto natural, relacionados à variabilidade qualitativa e quantitativa na produção de metabólitos secundários devido às variações ambientais e de cultivo, utilizando técnicas hifenadas (LC-MS e GC-MS) e análise metabolômica.


Palavras-chave

Phytotherapics
Phytotherapy
Adverse events
Drug interactions
Medicinal plants
Unified Health System
Fitoterápicos
Fitoterapia
Eventos adversos
Interações medicamentosas
Plantas Medicinais
Sistema Único de Saúde

Resumo

As plantas medicinais e os fitoterápicos são alternativas para o tratamento de diversas doenças. O Sistema Único de Saúde (SUS) possui 12 fitoterápicos padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME): alcachofra, aroeira, babosa, cáscara-sagrada, espinheira-santa, garra-do-diabo, guaco, hortelã, isoflavona-de-soja, plantago, salgueiro e unha-de-gato. O objetivo deste trabalho foi avaliar os eventos adversos destes fitoterápicos e as possíveis interações medicamentosas resultantes do seu uso concomitante com medicamentos convencionais. O trabalho foi realizado por meio de uma revisão narrativa da literatura no período entre 1995 e 2020. As plantas medicinais e/ou os medicamentos fitoterápicos são constituídos de compostos químicos, que em sua maioria são responsáveis pelas suas variadas ações farmacológicas. A composição química complexa aumenta a possibilidade de interações quando medicamentos convencionais são utilizados concomitantemente. As interações podem ser benéficas ou desfavoráveis, podendo potencializar o efeito de fármacos, reduzir a eficácia, resultar em reações adversas ou não alterar o efeito esperado do fármaco. Ressaltou-se a importância de considerar os fitoterápicos/plantas medicinais com a mesma importância que os medicamentos sintéticos, baseando a conduta clínica em evidências científicas confiáveis, reconhecendo sua eficácia, mas também seus efeitos adversos e a possibilidade de interações medicamentosas tornando, assim, seu uso mais seguro e eficaz.


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